O que uma parábola?

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Definição do termo parábola 

A palavra parábola é composta de dois vocábulos gregos: o prefixo para e o sufixo bailem (‘ou bailo), que significa “lançar ou colocar ao lado de”. Portanto, podemos entender que parábola algo que se coloca ao lado de outra coisa para fins de comparação, ou para demonstrar a semelhança entre dois elementos. Jesus utilizava um método todo especial quando falava por parábolas. Ele aproveitava algum evento do cotidiano de sua época e explorava aspectos especiais daquele acontecimento para ensinar alguma verdade espiritual. A parábola podia ser tirada de uma história real ou alguma outra criada a partir de fatos possíveis do dia-a-dia das pessoas. Uma parábola era na verdade, urna espécie de ilustração da vida. Podia ser um relato de coisas terrenas, às vezes, histórico — geralmente fiel à experiência humana — narrado de modo a comunicar uma verdade moral ou algum ensino espiritual.

A estrutura de uma parábola 

De modo objetivo e específico, precisamos saber que uma parábola se compõe de três partes: ocasião narração e aplicação espiritual. Quanto à primeira parte, Jesus explorava algum evento especial na ocasião em que estava falando ao povo, ou a grupos distintos do judaísmo, como OS escribas e fariseus, para ensinar alguma lição espiritual. Geralmente, o objetivo da lição relacionava-se com a mensagem do Reino dos céus que anunciava e pregava. Para que a parábola tivesse aceitação dos seus ouvintes, a apresentava em forma de narração. Essa parte envolvia o modo como Ele tecia o enredo da parábola, dando beleza, estética e atração. Ao final de sua narrativa só lhe restava fazer a aplicação espiritual da essência do seu ensino. A parábola era um método eficiente através do qual era comunicada a verdade que Ele queria ensinar.Jesus sabia tirar proveito do momento.

Princípios de interpretação de parábolas 

O princípio do contexto. Observar o contexto de urna escritura é um princípio importantíssimo para interpretá-la. Todas as parábolas foram precedidas de situações históricas que induz iram Jesus a usar esse método para aclarar verdades morais e espirituais. Uma das leis que regem a interpretação de um texto, seja ele sagrado ou secular, é o seu contexto. () contexto cultural e histórico pode facilitar a compreensão do ensino principal da parábola. Nesta, o seu contexto pode ser aquela situação histórica que obrigou o Mestre a contar urna parábola para esclarecer uma verdade discutida. O contexto imediato, antes e depois, oferece ao intérprete a luz sobre o que se queria ensinar.

O princípio teológico. As parábolas não têm a finalidade de estabelecer doutrina ou teologia, mas visam a confirmar algum elemento teológico contido numa parábola. Um certo autor declarou que “as parábolas não são fontes primárias de doutrina”. O princípio teológico que rege qualquer parábola bíblica é aquele que se insere nos conceitos e verdades espirituais ensinadas. Por exemplo, nelas encontramos as expressões “Reino de Deus e Reino dos céus. Na realidade, essas duas expressões estão relacionadas com a linguagem de cada autor, mas podem ser sinônimas, na maioria das vezes que as encontramos nas parábolas. Existem as de cunho escatológico, que visam a mostrar o futuro da Igreja ou de Israel. A uma parábola com algum ensino escatológico a interpretação deve seguir a linha teológica do pensamento de Jesus sobre assuntos escatológicos. Uma das regras simples de hermenêutica é “o ensino geral da Bíblia” sobre determinado assunto ou doutrina. Por isso, os ensinos com teor escatológico nas parábolas de Cristo devem ser interpretados sob o principio do ensino geral das Escrituras
Outrossim, os autores dos Evangelhos objetivaram alcançar leitores específicos. Mateus direcionou seu Evangelho a seu próprio povo, os israelitas. Marcos direcionou seus escritos aos gregos, urna vez que, a despeito de estarem no período do Império Romano, a cultura grega ainda exercia forte influência. Lucas foi um autor extremamente didático, até porque era médico e tinha um nível elevado de cultura. Ele escreveu aos romanos, que eram os governantes da época. Finalmente,João prece ter se dedicado a destacar muito mais o sentido espiritual dos ensinos de Jesus e fortalecer a crença na sua divindade. 

Autor: Pr. Elienai Cabral 

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