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igreja-verdadeira-silas-malafaiaINTRODUÇÃO

A Bíblia Sagrada é o Livro dos livros. Nela estão registradas as verdades fundamentais do Evangelho. Porém, a Igreja Católica, por meio de um documento do Vaticano, “Dominus lesus”, auto proclamou-se única Igreja Verdadeira.

IGREJA É:
Edifício onde se celebram ritos religiosos. Comunidade ou instituição religiosa. A totalidade dos seguidores de Jesus, que o servem fielmente espalhados pelo mundo.


1. ALGUMAS DECLARAÇÕES DO DOCUMENTO “DOMINUS IESUS”:

1.1 — ‘A Igreja Católica afirma ser a única Igreja de Cristo”
A Igreja Católica não pode reclamar o direito de exclusividade, pois a Verdadeira Igreja de Cristo é invisível e universal (Éfésios 1.4,5; 4.13).

1.2 — ‘A Igreja Católica tem uma origem e uma eficiência salvadora”
Esta declaração não tem respaldo bíblico. A pessoa que aceita Cristo experimenta o princípio doutrinário da salvação, que é baseado na justificação, regeneração e santificação. A salvação somente é alcançada pela justificação por meio da fé (Romanos 5.1,2); é efetuada unicamente por Cristo (Atos 4.12; Efésios 1.7) e pela obediência à Palavra de Deus.

1.3 — “O papa se diz representante de Cristo”
A Bíblia não faz referência ao papado. A própria igreja é um sacerdócio real (1 Pedro 2.9). A própria Igreja de Cristo pode fazer sacrifício a Deus (Romanos 12.1). Jesus é o perfeito sumo sacerdote (Hebreus 3.1-4; 9.11-12).

1.4 — “O papa se diz a maior autoridade da Igreja”
Nenhum homem terá autoridade sobre a Igreja de Cristo sem que o Senhor o permita (João 19.11). Quanto a Pedro, que a Igreja Romana diz ter sido o primeiro papa, a Bíblia demonstra que Cristo é quem é a pedra da Igreja (Mateus 16.18; Atos 4.10,11; Efésios 2.20).

O QUE A IGREJA CATÓLICA ENSINA SOBRE A SALVAÇÃO:

2.1 - O purgatório
É um lugar intermediário de sofrimento destinado a purificação das culpas. Esta doutrina é semelhante à reencarnação ensinada no espiritismo e entre as castas do budismo.

2.2 - As indulgências
Este foi um dos motivos que levaram o monge Martinho Lutero a romper com a Igreja Católica Romana. A salvação não vale dinheiro. Foi comprada pelo sangue de Jesus Cristo vertido na cruz (1 Coríntios 6.20).

III. O QUE A BÍBLIA ENSINA SOBRE A SALVAÇÃO:

3.1 - Remissões pelo sangue de Cristo
Sem derramamento de sangue não há remissão de pecados (Hebreus 9.22).

3.2 - Morte total do pecado
A Bíblia ensina que o homem terá de obedecer a Deus, e apresentar os seus membros como instrumento de justiça (Roman os 6.11-13).

3.3 - Salvação pela graça
Nem a Igreja Católica Romana nem as igrejas evangélicas têm o monopólio da salvação. A salvação é pela graça (Efésios 2.8).

3.4 - Invocar o Senhor
A salvação consiste no arrependimento dos pecados, na aceitação de Cristo como único Salvador e na obediência à Palavra de Deus (Romanos 10.13).

IV. A QUESTÃO DA MARIOLATRIA:

4.1 - A mariolátria
Ninguém pode ir a Deus senão por intermédio de Jesus. A própria Maria engrandeceu ao Senhor (Lucas 1.46,47).

4.2 - A mãe de Deus
Esta doutrina não tem respaldo bíblico (Mateus 12.46-50).

4.3 -  A mediadora
A Bíblia condena este ensinamento. Só existe um Deus e um só Mediador, que é Jesus (1 Timóteo 2.5,6). Jesus foi dado pelo Pai à humanidade como único meio de salvação, e não Maria (João 3.16).

CONCLUSÃO

Cristo é o cabeça da Igreja Verdadeira, cada crente é considerado o santuário de Deus (1 Coríntios 3.16) e jamais deve submeter-se à autoridade papal. A Igreja Verdadeira é liberta pela Verdade (João 8.32), fala abertamente a Palavra de Deus, como fez Jesus, e jamais se submeterá aos preceitos e tradições de homens. Ela é santificada em Cristo e tem o seu nome escrito no céu (Lucas 10.20). 

Fonte: Livro pregando poderosamente a palavra de Deus
Autor : Silas Malafaia





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  1. porquê que o pastor Silas malafaia se considera como dono da igreja dele?

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    1. Pergunta idiota tolerancia zero.

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    2. vc viu ele disse que e dono da igreja ?

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    3. Por que a igreja somos nós, nós seres humanos que somos a igreja.

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    4. Amigos adventistas o guardar o sábado do mandamento, foi uma forma de Deus nos mostrar que precisamos de um dia para descanso, temos que descansar do trabalho do dia a dia, e aproveitarmos para nos dedicarmos a Deus; não necessita ser só no sábado, pode ser qualquer dia da semana. e o próprio Jesus demonstrou isso na sua vida. temos é que estudar a Bíblia. Ass: Irmão Stábile

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  2. Falou, falou e não falou nada.

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  3. todos são iguais , só muda nome e endereço.

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  4. que deus tenha misericordia de nós!!!!

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  5. Existe sim, a unica e verdadeira igreja de Deus. A que guarda "todos" os mandamentos e tem o testemunho de Jesus. Esta igreja é a que anuncia o "advento" de Jesus. Jesus breve virá e não tardará. Se O ama Guardem seus mandamentos.(TODOS)

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    1. ISSO ESTE SIM EH UM ADVENTISTA. TAMBEM SOU AMIGO

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    2. Jesus não mandou guardar o sábado não, viu gente boa. Não sei como sua bíblia fala, mas na minha, me diz que ele operava sinais e maravilhas no sábado, e quando os fariseus questionavam com ele, quais eram as respostas? Ex: Lucas 14.5,6: Então lhes perguntou: Qual de vós o que, caindo-lhe num poço em dia de sábado, o jumento ou o boi, o não tire logo? A isto nada puderam responder.

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    3. Amados Adventistas,leiam Ap 6:9-10-11 E Vc's veram que NÃO existe sono da Alma , Alma não DORME.........................

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  6. Enquanto algumas igrejas se preocupam em criticar os católicos não olham para suas próprias doutrinas.
    Será,Pr. Malafaia, que a sua igreja, que não guarda o sábado é a verdadeira? Como criticar alguém, tendo vc um enorme erro não obedecendo o quarto mandamento? "Aquele que guarda os mandamentos e tropeça em um, será culpado de todos." E ai?
    Elias- redenção - Pa

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    1. Este comentário foi removido pelo autor.

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    2. Jesus também é Senhor do sábado. E mais guardar o sábado é pra quem ainda vive na iguinorância.

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    3. E vs conseguem guardar o sábado? Nem os judeus que viram, ouviram não conseguiram, ou vcs acham que ir para um templo no sábado e outras coisinhas mais é motivo de acharem que só vcs irão para o céu. Jesus é o SENHOR do sábado.Àqueles que ouvem, creem, obedecem e são batizados a bíblia," a palavra de Deus" garante a salvação.

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    4. O meu Jesus é maior que o sabado, eu não preciso me submeter a torá judaica para ser salvo, a minha fé nele ja é suficiente para minha salvação.
      Bye Bye discipulos de Ellen White

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    5. Amados Adventistas, Vc's Dizem que guardam o Sabado e ensinam que nao se deve comer carne de Porco, Leiam mas a Biblia e veram que 1° Nao e o homem criado por causa do sabado e sim o contrario, e segundo tudo que DEUS criou e bom e,é recebido com açoes de Graças.......e JESUS disse que todos os mandamentos se cumprem em AMAR A DEUS ACIMA DE TODAS AS COISAS E AO PROXIMO COMO ELE NOS AMOU.....

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    6. Amados Adventistas, Vc's Dizem que guardam o Sabado e ensinam que nao se deve comer carne de Porco, Leiam mas a Biblia e veram que 1° Nao e o homem criado por causa do sabado e sim o contrario, e segundo tudo que DEUS criou e bom e,é recebido com açoes de Graças.......e JESUS disse que todos os mandamentos se cumprem em AMAR A DEUS ACIMA DE TODAS AS COISAS E AO PROXIMO COMO ELE NOS AMOU.....

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    7. http://ide-e-anunciai.tumblr.com/post/15564937444/o-sabado-e-o-descanso-na-nova-alianca

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  7. Gostei do sermão meus parabéns.

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  8. Guardar o sabado,dar dizimo,etc. Nao garante salvaçao eterna.
    Tudo isso faz parte da adoraçao,o unico que salva e JESUS.
    E silas malafaia nunca disse minha no sentido de propriedade,mas de participar.
    Como fala um torcedor,gerente,cliente:Meu time,minha empresa e meu supermercado.
    Eu oro para os dominados da critica mentirosa que se convertam a cristo que e o unico salvador.
    Abraços.

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    1. VC disse tudo! Se não entendeu é melhor vc desenhar.

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  9. a questao e a seguinte so DEUS e somente DEUS sabe homem aqui na terra e igual a CAIM procurando seu ABEL

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  10. Os Dez mandamentos sao eternos ... A fé em Jesus garante nosso Amor por DEUS e Sua Lei ... Silas Malafaia, eu quero que voce leia em Isaias 58:12,13 e 14 , sobre o Sabado ... A Lei eo Testemunho ! Isaias 8:20
    fiquem com Deus

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  11. Olha só...a Igreja católica, assim como muitas outras vão ao contrário a palavra de Deus, pois acataram o domingo como um dia de guarda sendo que essa foi uma lei estabelecida pelo papado e não por Deus, o papa querendo ser mais do q Deus e as pessoas adorando a ele...quando Deus nos 1 mandamento escreveu não teras outros deuses diante de mim...quem dar direito ao homem de mudar o que Deus jamais mudou??o papa é homem pecador como eu e vc irmão, não se deixe enganar porque é bem clara.e não é assim Cristo não aboliu a lei como ele mesmo falou
    Leiam mateus 5:17-18
    hebreus 13:8
    apocalipse 14:12 fala que a perseverança dos santos esta no que guarda os mandamentos de Deus e a fé em Jesus!!!
    Simples...a Igreja (pessoa)de Deus guarda sim os mandamentos de Deus!!! grande abraço amigo não se engane mais!!!

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  12. DEIXEMOS DE CRITICAR AQUELE OU AQUILO...VAMOS LER MAIS A BIBLIA E OLHAR E SEGUIR NOSSO ÚNICO ALVO JESUS CRISTO....AMÉM..FIQUEM COM DEUS...

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  13. UMA COISA É CERTA, JESUS CRISTO VIRÁ BUSCAR UMA IGREJA LAVADA E REMIDA SEM MANCHA...ESFORCEMO-NOS E CONTINUEMOS A SEGUIR A JESUS, NOS CONSAGRANDO E VIVENDO LONGE DO PECADO E DAS DOUTRINAS QUE SE DIZEM CONTRÁRIAS A PALAVRA DE DEUS...A BIBLIA DECLARA QUE O POVO SOFRE POR FALTA DE CONHECIMENTO...
    FIQUEM COM DEUS. .

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  14. Todos esqueceram de meditar em Mateus 23:3. Os Escribas e Farizeus falavam a respeito da Torá(instrução)nas sinagogas, por isso se assentavam na "cadeira" de Moisés. Como sabemos, Moisés foi um dos príncipes do povo de Israel, ou seja, ensinava e conhecia profundamente toda a instrução (Lei, Torá) de Deus. Levando em conta que os Escribas e Farizeus se assentavam no "lugar" em que Moisés se assentou, ensinavam então o que Moisés ensinou (a Torá,lei),certo?. Veja o que disse Jesus aos seus discípulos:"Portanto, TUDO o que vos disserem, isso FAZEI e OBSERVAI; mas não façais conforme as suas obras; porque dizem e não praticam.
    Senhoras e senhores, não vos deixeis enganar. Jesus não deixou de guardar o dia de sábado, apenas o guardou de forma correta. O dia de sábado é separado para se fazer o bem, a nós e aos outros. Descansar o corpo físico também faz parte de nós, não é verdade?. Nenhum de nós ,porém, poderá descansar estando presos a doenças, trabalho de visão egoista e lucrativa e etc. Então o que Jesus fez? Libertar os cativos para que pudessem guardar (descançar, repousar, alegrar) verdadeiramente o dia de sábado. Jesus guardou os sábados? Sim, mas de forma correta. Muito mais do que isso, nos mostrou que em alguns momentos precisamos usa-lo para resolver problemas que geram grandes necessidades, fora disso é outra conversa.
    Em Lucas 4:16 está escrito: "Ele foi a Nazaré, onde havia sido criado e no dia de sábado entrou na sinagoga, como era seu COSTUME. E levantou-se para ler". Queridos, é lícito fazer o que é excelente no sábado, não esqueçamos disso. Nada de dizer por ai que Jesus não guardou o sábado, guardou sim.
    O apóstolo Paulo escrevendo aos Coríntios disse: " Sede meus imitadores, como também eu de Cristo.
    E aí, estamos fazendo o que Jesus e seus Apóstolos fizeram?
    Pensem nisso,
    Abraços.

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  15. A visão do sábado é um tanto complexa no meio cristão atualmente. Shabat também significa descanso. Aquele que não precisa de descanso que atire a primeira pedra no "shabat". Descansar é questão de sáude, é por issso que está escrito em Êxodo 20:8-10 "Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.”
    Toda a palavra é inspirada por Deus e toda ela é útil.
    A palavra dura para sempre.

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    1. Quanta hipocrisia destes sabatistas, Não preciso do sabado para descansar, pois Jesus é o meu descanso. "Vinde a mim todos vós que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei"(Mt11.28)

      Os judeus guardavam a lei do sabado a risca, no entanto seus corações estavam cheio de maldade, e suas mentes escravizadas pelo pecado.

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  16. é isso aí está é a pura verdade e Nao tem catolica Nao tem adventista pois Deus Nao vem buscar placa más sim a universal que é aquela que ama a Deus sobre toda a coisa e o proximo como asi mesmo.
    só jesus leva p o céu ninguem mais ...

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    1. Correto, Deus não vem buscar placa... Mas observe quem são os que tem mais chance de subir para Deus, aqueles que tem fé em Cristo ou aqueles que acreditam em Maria como intermediadora do relacionamento entre o Pai e o homem? Novamente, é importante a gente lembrar que o verdadeiro caminho é um só, e este está disponível unicamente na Bíblia! Aquele que aceita o sacrifício de Cristo como o suficiente para a salvação e permanece em seus mandamentos, já cumpriu toda a Lei (que se resume em amar a Deus sobre todas as coisas e a seu próximo como a si mesmo).

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    2. Meu amigo Anônimo, concordo com vc em partes, devemos trabalhar 6 dias e descançar um, não quer dizer que tem que ser sabado, mais tambem não é pecado guardar sabado. Comer carne de porco, não devemos imundiciar o que Deus nos deu, gosto muinto de uma costela de porco assada, mais devemos analizar que quando Deus falou para não comer este tipo de carne é porque ela pode fazer mal ao nosso corpo, e nosso corpo é templo do Espirito Santo, portanto não devemos prejudicar nosso corpo. Não é pecado comer carne de porco, mais tambem não devemos criticar os que não come, ou os que guardam o sabado, porque eles não estão pecando. Deus não quer sacrificio, e sim, obediencia. Se nós não fisemos mais não vamos julgar e condenar os que fazem.

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  17. não adianta estes idiotas seguidores do que o mala do pastor deles falam e o que eles seguem , colocam versículos que nem sabem o que significa, citado lucas e outros verso como por ex. o da ovelha, e preciso lê a bíblia seguidores de mala, não e judeus e simplesmente tu abri a tua mente podre e nojenta que esta atrapalhando o teu entendimento, pois se tua igreja e o mala, prega esta verdade eles iram sair dela como narra apocalipse 18:4, você tem que entender que os mandamentos não são dos adventista e de Deus, será que pode um juiz jugar sem lei, como pode um Deus sábio não ter uma lei para mostrar onde seus filhos tem errado, e por isso que o mala não que se comprometer em te dizer o burrolino, só tu te chingando pois tu so fizeste isto na tua resposta para com os outros, ou burro a ellen e apenas uma escritora considerada no mundo todo infelizmente o teu mala não chega nem ao pó de ellen, são tantas verdades que eu tenho para te dizer que só se eu estive-se perto de você e do mala para dizer a vocês e cala esta boca imunda que vocês tem, vai aprender a debater a bíblia antes de fala mal dos outros, crentes de meia tigela, que que tu vai quere responder mais não vou mais trocar palavra com uma pessoa tão insignificante com tu e o mala. beijos te amo mais tinha que te dizer isto para você acordar, pois tu só saber responder maltratando as pessoa e queres dizer que es cristão quantas vezes cristo fez isto, assim como tu cita tanto Cristo como Paulo, quando tu lê tu não vais gosta mais antes tu falastes um bocado de merda na tau boca nogenta mim jugas como tu quiseres pois ainda não mim identifiquei o que sou mais tu jugaste ser Cristão ou por acaso tu sabes o que e ser Cristão ?

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    1. IRMÃO QUANDO FALAR ALGO DE DEUS USE A SÃ LINGUAGEM BIBLICA, MAIS NÃO PALAVRAS PESADAS...SE NÃO A PESSOA NÃO TE OUVIRA.. QUEM CONVENCE O HOMEM DO PECADO É O ESPÍRITO SANTO.. E NÃO UM LINGUAJAR PESADO......MAIS AMOR E MENOS IRA...APAZ

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    2. Cara, não entendi bulhufas do que vc falou... A única coisa que compreendi do que vc falou é que os outros tão colocando versículos que nem sabem o que significa. Melhora tua comunicação aí e diz claramente qual a divergência que vc tem do Pr. Malafaia ou se vc é revoltado contra os cristãos! Mas diga algo que seja compreensível, para que tenhamos a chance de explicar ou tentar te ajudar...

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  18. eu era catolico ia pra igreja só aos domigos ,e aminha vida era uma vida de pecado não tinha compromiso com Deus pensava só porque eu ia pra
    igreja aos domigos eu ja estava salvo.mas quando eu comesei ler a biblia comesei vê o que eu tava fazendo era erra aos olhos de Deus....como por exenplo ..depositar a minha fé em uma imagem de maria que não fiz e nuca ia fazer nada por mim..outro erro era pensar em esta fazendo a vontade Deus mas na realidade ta fazendo do diabo me confesar pra padre nuca mas hoje eu me confeso pra Deus e adoro só a ele porque só ele medeu o que maria,predo,joão,não irião meda que a vida eterna...pprque os verdadeiro filhos de Deus fazem avontade dele ....pois não e eu que vivo mas cristo vive em mim..

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  19. Parabens Pr Silas sou sua fã e sirvo esse deus tremendo que o sr prega, Ele é digno de toda honra e glorias tenho visto o agir de Deus em minha vida e do meu esposo e filha os milagres q temos recebido,ele é senhor de tds e tds os dias o senhor fez.

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    1. Este comentário foi removido pelo autor.

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    2. Infelizmente, eles terão que ver a verdade quando jesus voltar!
      pena q será tarde!!

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    3. A IGREJA CATÓLICA FAZ PARTEDO CAMDOBLÉ !!
      Quer ver ? pesquisem no google sobre a semelhança entre o catolicismo e o candomblé.
      E tirem as duvidas, meu caros católicos.

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    4. No final todas as religiões se parecem.
      Já frequentei candomblé 23 anos saí Deus me deu Grandes benção. Mas vc vai vendo tanta coisa errada hipocrisia , que não quer mais voltar. Fiquei 20 e anos e pouco numa Igreja tradicional aonde podem ter maçons e depois vem dizer que dançar é do diabo. Creio em Deus mas ele está em meu coração.

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  20. Irmãos cada um pode apresentar argumentos, mas a prova verdadeira do "estar em Cristo" esta em fazer os sinais que Ele fez e andar como ele andou.
    A questão do shabbat ja foi explicada pelo irmão Shau'l em várias cartas. A lei é impotente para salvar, mas conduz a Deus, que pela graça de Yeshua dá salvação aos homens.
    Cncordo com pr. Silas, a igreja não é o rótulo pois Jesus não fundou uma ONG e sim um modo de vida a fim de agradar o Pai e todos que participam desse modo de vida são considerados Igrejas de Deus, portanto declaro aos Irmãos Adonai Nissi, O Senhor é nossa Bandeira!

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  21. Povo de Deus o Senhor quer Adoradores em Espírito e em verdade Vocês discutem sobre religião Jesus é SALVAÇAO E Ele vira buscar a tua Noiva para as bodas que somos nós a Igreja.E Nao o templo onde vc congrega A Palavra é clara Jesus Disse quem crer e for batizado será salvo quem ñ quer será condenado Sao Palavras de Jesus que é O Rei dos Reis E Senhor dos Senhores que verteu todo o teu sangue por mim e por vc É que es digno de toda honra toda Glorias e todo Louvor.....

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  22. Os católicos estão enganados,pois eles não tem o costume de ler a Bíblia.Uma pena,pois seguem o que ouve dos padres.

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    1. Leia os meus comentários e você verá quem é que está enganado aqui.

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  23. A "igreja adventista do setimo dia é SEITA" e s "igreja" catolica é do diabo. é s ler a Bibli que veras isso.

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    1. Quase todos os comentários acima são: blá blá blá. Estudem mais a Bíblia. Leiam (João 5.39)
      O crente fiel , temente a Deus, prega o genuíno evangelho de Cristo, sem criticar quem quer que seja.

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  24. Quase todos os comentários acima não passam de Blá Blá Blá. Estudem mais a Bíblia. (leiam João 5.39)

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    1. Enquanto esse povo estão debatendo dourina, dizendo, um eu sou de Paulo, outro eu sou de João, outro, a minha igreja é que está certa.... estude a palavra, peça a Deus o entendimento, e vá salvar vidas, a seara é grande, os ceifeiros são poucos, há muita gente que não conhece o grande amor de Deus, e por isso, estão indo para o inferno, pregue apenas a palavra e não religiões, temos pouco tempo pra fazer isso, por favor anuncie o evangélio puro! JESUS ESTÁ AS PORTAS! Deus os bençoe,

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  25. Ó meus irmãos vamos parar de julgar as pessoas e vamos orar por elas para que o senhor no Deus abra o entendimento de cada um.

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  26. Vamos analisar e rebater uma por uma de todas essas colocações equivocadas que o pr. Silas Malafaia fez:
    - “Cristo é o cabeça da Igreja Verdadeira, cada crente é considerado o santuário de Deus” (1Cor 3,16);
    Resp.: O fato de cada crente ser considerado o santuário de Deus, não o torna Igreja Verdadeira, pois um só membro não constitui o Corpo (1Cor 12,14).

    - “E jamais deve submeter-se à autoridade papal."
    Resp.: A autoridade papal não é a autoridade apenas de um homem, mas sim a autoridade de todos os apóstolos. E, o colégio apostólico representa a autoridade de toda a Igreja (1Cor 12,28). Cristo concedeu a Sua infalibilidade (1Tm 3,15) e a Sua autoridade (Mt 18,17) à Igreja. Portanto, o cristão que rejeita a autoridade apostólica, está rejeitando a autoridade de Cristo (Lc 10,16).

    - “A Igreja Verdadeira é liberta pela Verdade (João 8,32), fala abertamente a Palavra de Deus, como fez Jesus."
    Resp.: Nenhuma Igreja protestante fala a Palavra de Deus como fez Jesus! Jesus falava abertamente e com autoridade (Mt 7,29). A única Igreja que prega a Palavra de Deus abertamente e com autoridade é a Igreja Católica. No protestantismo cada qual tem autoridade individual para interpretar as Escrituras como bem entender. Com isso, cada protestante usurpa o papel que pertence somente à Igreja.

    - “E jamais se submeterá aos preceitos e tradições de homens.”
    Resp.: O Colégio Apostólico é responsável tanto pela Tradição oral quanto pela Tradição escrita da Igreja (2Ts 2,15). Os protestantes rejeitaram a Tradição oral e ficaram somente com uma parte da Tradição escrita, contida no Novo Testamento. Por este motivo, eles dizem que qualquer Tradição oral é preceito de homens, contradizendo, portanto, o que a Bíblia diz.
    No site GotQuestions.org, os pastores disseram que Paulo estava se referindo a uma tradição particular dele mesmo e não da Igreja (2Ts 2,15). Vejam o que os pastores escreveram:
    “Estas passagens se referem às tradições que os tessalônicos tinham recebido do próprio Paulo. Paulo não está dando sua bênção em todas as tradições, mas apenas nas tradições que ele tinha passado aos tessalônicos.” http://www.gotquestions.org/Portugues/tradicao-catolica.html

    Tradição de Paulo?? Que negócio é esse?? Paulo era um homem! E, não são os próprios protestantes que dizem que não devemos guardar as tradições dos homens? Por que será que agora eles estão dizendo que os tessalônicos guardavam a tradição de Paulo? Notaram o tamanho da CONTRADIÇÃO protestante?

    Paulo não disse “minha tradição”, mas sim “NOSSA tradição”. Ou seja, retende as tradições ensinadas por nós (Igreja) através de nossa boca e epístola (2Ts 2,15). Que sentido teria Paulo ensinar aos cristãos uma tradição que fosse dele e não da Igreja? Paulo não tinha tradição nenhuma! Essa interpretação forçada é apenas mais uma prova clara da desonestidade intelectual daqueles que sempre querem ter razão em tudo.

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  27. Este conceito que o Pr. Silas Malafaia apresenta a respeito da Verdadeira Igreja de Cristo, como sendo somente uma Igreja invisível e universal, é um conceito parcial e herético, pois, assim como é muito comum entre os evangélicos, na hora de examinar a Bíblia, são deixados muitos versículos de fora. Dizendo isto, o próprio Silas acaba entrando em contradição, pois um pouco antes, ele mesmo definiu a Igreja como: Edifício onde se celebram ritos religiosos; Comunidade ou instituição religiosa; A totalidade dos seguidores de Jesus,... Ou seja, primeiro ele descreve que a Igreja é claramente visível e depois diz que a Verdadeira Igreja de Cristo é somente invisível e universal.
    É de fundamental importância lermos toda a Palavra, pois a Bíblia Sagrada é um Livro tão extraordinário e perfeito, que quando é lida sem parcialidade e com honestidade, faz com que voltem para a Igreja na qual ela foi escrita, todos aqueles que um dia se apartaram.

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  28. Se analisarmos a Bíblia toda, veremos que a Verdadeira Igreja de Cristo é visível, invisível e universal (católica):

    VISÍVEL- A parte visível da Verdadeira Igreja de Cristo está aqui na terra e é formada pelas autoridades eclesiais (Colégio Apostólico) e pelos fiéis que se encorporam à Igreja através do batismo. Deus enviou Jesus Cristo para nos ensinar a Sua Doutrina com autoridade (Mt 7,28-29), e para que essa mesma Doutrina tivesse continuidade, Jesus, por sua vez, também nos envia e concede aos apóstolos a Sua autoridade (Jo 20,21), (Mt 10,40).
    Portanto, os apóstolos e seus sucessores também devem exercer autoridade na Igreja, assim como Cristo exerceu, já que após a Ascensão de Cristo, o Colégio Apostólico passou a ocupar o primeiro lugar na hierarquia da Igreja (1Cor 12,28).
    Como é que Deus faria isso, se a sua Igreja fosse apenas invisível?
    Em 1Tm 3,15 Paulo admoesta Timóteo para que ande decentemente na Casa de Deus, que é a Igreja Verdadeira: Coluna e Firmeza da Verdade. Deste modo, a Igreja Verdadeira não pode ser apenas invisível, mas tem também a sua parte visível. E não estou falando aqui de templo físico, mas sim, de um colégio apostólico que exerce autoridade sobre o rebanho, assim como atesta a carta aos Hebreus cap.13,vers.17.
    No capítulo 15 de Atos dos apóstolos, quando Paulo e Barnabé entraram em contenda com os da circuncisão a respeito da salvação, eles tiveram que levar a questão ao Magistério da Igreja, constituído pelos apóstolos e anciãos e que se encontrava em Jerusalém.
    Até aqui, percebe-se clara e biblicamente, características de uma Igreja Verdadeira visível, tanto é que Jesus deu a sua autoridade à Igreja visível quando disse: "E se não as escutar dize-o à Igreja..."(Mt 18,17). Que sentido teria este versículo se a Verdadeira Igreja de Cristo fosse apenas uma Igreja invisível? É preciso citar somente uma Igreja que se identifique com a Igreja de Mt 18,17. Se hoje, não citarmos nenhuma Igreja, que é realmente a que Jesus se refere em Mt 18,17, aí não teria sentido o que Ele disse, pois assim, não poderíamos denunciar ou encaminhar o pecador a nenhuma Igreja, já que a Verdadeira Igreja de Cristo é uma Igreja apenas invisível.
    Portanto, a Igreja Católica não tem apenas o direito, mas sim, o dever de reclamar exclusividade, pois sendo ela a Igreja mais antiga no mundo, é ela também a única Igreja que esteve presente em toda a jornada cristã. Nenhuma igreja evangélica tem esta característica.
    Sabemos que os protestantes evangélicos saíram da Igreja Católica a partir de 1517, e a saída de membros da Igreja, para se opôr a ela é algo totalmente contrário à Bíblia: (1Jo 2,19), (Atos 20,30), (Mt 12,30). Sendo assim, se a Igreja Católica não tivesse a coragem de reclamar o direito de exclusividade como sendo a única Igreja Verdadeira de Cristo, ela estaria traíndo o seu Fundador que é Jesus Cristo.
    A Verdade dói e incomoda muita gente, é por isso que as declarações do Documento “Dominus Iesus” tende a tirar a paz e o sono de muitos pastores evangélicos. Mas, para que não reste mais nenhuma dúvida a respeito da Igreja Verdadeira de Cristo, basta imaginarmos a seguinte situação:

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  29. Bem sabemos que é um dever de todo papa declarar que a Igreja Católica é única Igreja Verdadeira de Cristo, pois sempre foi assim desde o início, e isso nunca vai mudar. O problema é que hoje existem várias igrejas cristãs que estão fora da Igreja Católica e que se opõe a ela (o que é uma anomalidade), isto fez com que o cardeal Ratzinger (papa Bento XVI) tivesse extrema coragem e fidelidade a Cristo ao declarar em seu documento “Dominus Iesus” que a Igreja Católica é a única Igreja Verdadeira de Cristo. Mas, seria isso um egoísmo da parte do papa Bento em relação às igrejas evangélicas?
    Pois bem. Para esclarecer de uma vez por todas esta questão, vamos supôr que não o Papa Bento, mas outro papa tenha feito essa declaração, por exemplo, o Papa Alexandre VI, que foi papa do ano de 1492 até o ano de 1503, melhor ainda, vamos supôr que na primeira Missa celebrada em solo brasileiro, que ocorreu em 26 de abril de 1500, Dom Frei Henrique de Coimbra, que foi quem a celebrou, vamos imaginar que ele tenha lido um documento do Papa Alexandre VI, declarando que a única Igreja verdadeira é a Igreja Católica:

    - Será que declarando isso, o Papa Alexandre VI, estaria sendo egoísta para com os evangélicos daquela época?

    - Ou será que naquele tempo, a Igreja Católica era mesmo a única Igreja verdadeira de Cristo?

    - Onde estavam as igrejas evangélicas com seus pastores no ano de 1500, para virem contradizer o Papa Alexandre VI, caso ele declarasse em documento, que a Igreja Católica é a única Igreja Verdadeira de Cristo?

    Estas três perguntas estão fundamentadas em cima de fatos históricos concretos. Existe algum pastor evangélico capaz de dar respostas satisfatórias a estas três perguntas?
    Pois, se estas três perguntas não forem respondidas satisfatoriamente, isto significa que a declaração do documento “Dominus Iesus” é uma declaração verdadeira.

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  30. A Igreja que Jesus Cristo fundou, sem contradição alguma, é o que hoje conhecemos por Igreja Católica! Na pior das hipóteses, a Igreja Católica de hoje seria a mesma Igreja primitiva que foi fundada por Cristo (Mt 16,18), só que“corrompida” pelo homem, segundo o dizer dos evangélicos (o próprio pastor Silas Malafaia diz em vários vídeos seus que a Igreja começou a ser corrompida no ano de 312).
    Mas, espera aí. Qual foi mesmo essa Igreja que os evangélicos afirmam ter sido corrompida a partir do ano 312? Se fizermos esta pergunta, a única resposta honesta que eles podem nos dar é: “a Igreja que foi corrompida no ano 312 é a mesma Igreja fundada por Jesus Cristo”, já que antes de ser corrompida, só havia ela como Igreja Verdadeira de Cristo.
    Sendo assim, tanto do ponto de vista católico, como do ponto de vista protestante, quem fundou a Igreja Católica foi mesmo Jesus Cristo, seja ela hoje, corrompida ou não.
    Só que os pastores evangélicos não têm honestidade para admitir isso! Para estes pastores, a Igreja Católica deixou de ser Igreja Verdadeira de Cristo, devido a uma suposta infidelidade humana. Mas, este é um pensamento errôneo e herético, pois a Bíblia diz em 2 Timóteo, cap.2,vers.13 que nem mesmo a infidelidade do homem pode anular a fidelidade de Deus. E como é que a Igreja poderia ter se tornado infiel se a Bíblia diz que ela é proclamadora da Verdade (1Tm 3,15) e está sempre sujeita a Cristo? (Ef 5,24). Portanto, não existe nenhum respaldo bíblico para essa ideia louca de achar que a Igreja se corrompeu no ano 312.

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  31. É muita ingenuidade dos evangélicos, acreditar que Constantino tenha mesmo introduzido o paganismo romano dentro da Igreja de Cristo.
    Exemplos: Os evangélicos acreditam que o culto a Ísis, deusa-mãe do Egito e esta religião, foram absorvidas no Cristianismo, substituindo-se Ísis por Maria, acreditam também que o panteão dos deuses romanos foi substituído pelos santos, e assim por diante.
    Mas, como isso foi acontecer? Onde estavam as autoridades apostólicas quando isso aconteceu? De que adiantou Deus ter colocado apóstolos na Igreja?(1cor 12,28). Será que depois da morte dos primeiros apóstolos, a Igreja ficou abandonada à sua própria sorte?
    Os evangélicos dizem tranquilamente que Constantino permitiu e promoveu a “cristianização” de crenças pagãs dentro da Igreja de Cristo como se isso fosse a coisa mais fácil do mundo. Para os ingênuos evangélicos, é como se a Igreja corajosa e fiel do primeiro século se transformasse em uma igreja infiel e vulnerável já no ano de 312.
    Os protestantes dizem que mesmo que o apoio de Constantino aparentasse ser um desenvolvimento positivo para a Igreja Cristã, os resultados foram tudo, menos positivos. Ou seja, segundo eles, o que Constantino realmente fez, foi promover uma mistura do Verdadeiro Cristianismo com o paganismo romano. Sendo assim, para o protestante, a verdadeira origem da Igreja Católica seria a trágica mistura do Cristianismo com religiões pagãs que o cercavam.
    Bom, se isso fosse mesmo verdade, poderíamos nos questionar: Cadê a Igreja Primitiva? Pra onde ela foi após o surgimento da Igreja Católica? Será que os pastores protestantes pensam que todo católico é palhaço?
    Estes pastores poderiam pelo menos ser honestos e admitir que a Igreja Primitiva, permitiu a entrada do paganismo romano e se tornou a Igreja Católica. Sendo assim, se perguntarmos a eles: Quem fundou a Igreja que se tornou a Igreja Católica? A única resposta honesta que eles poderiam nos dar é: Jesus Cristo! Mas, eu não acredito que exista um pastor protestante que tenha a coragem de dar uma resposta honesta para essa pergunta.
    Também vale lembrar a esses pastores que não podemos culpar Constantino, pois ele apenas permitiu e promoveu o paganismo romano dentro da Igreja Cristã; Constantino não obrigou os cristãos a nada, a Igreja Cristã é que abraçou o paganismo romano e negou o seu dever de proclamar a verdade (1Tm 3,15). Não é isso que o protestante diz?
    Agora, sejamos honestos: Se essas loucas alegações protestantes fossem mesmo verdadeiras, isso inevitavelmente iria acarretar graves problemas de interpretação como: A Igreja traiu Jesus, e, Jesus mentiu a respeito da Igreja.
    É claro que os evangélicos nunca irão admitir isso, pois a principal arma usada no protestantismo é a desonestidade intelectual. Eles sempre inventam desculpa pra tudo. Versículos bíblicos, que derrubam essas falsas alegações protestantes a respeito da Igreja é o que não falta: (Mt 16,18),(Mt 17,18),(1Tm 3,15),(Ef 5,24),(Ef 5,27). Agora, não existe um único versículo bíblico que dê respaldo às alegações protestantes sobre a Igreja de 312.

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  32. É por isso que os evangélicos sempre fogem quando o assunto é: Qual é a Igreja Verdadeira? Ou seja, para eles é melhor admitir que nenhuma Igreja é a correta, e que isso não tem importância nenhuma, do que admitir que a Igreja Verdadeira se corrompeu, contrariando assim a Palavra (1Tm 3,15). A prova disso está em um site de resposta protestante chamado gotQuestions?org.
    Lá está escrito isto: “Como saberemos que igreja é a correta? A resposta bíblica é: isto não importa!”
    Para ler isso lá pessoalmente, basta acessar: http://www.gotquestions.org/Portugues/igreja-original-primeira.html
    Agora, o que me deixou intrigado é que no mesmo site também está escrito isto: “A igreja sendo a “coluna e firmeza da verdade” simplesmente significa que a igreja é a proclamadora da verdade.”
    Para ler isso lá pessoalmente, basta acessar http://www.gotquestions.org/Portugues/tradicao-catolica.html
    Eu acho que isto já é prova mais que o suficiente para percebermos aqui o que é desonestidade intelectual: Ou seja, o “crente” evangélico é aquele fiel que não se importa nem um pouco em querer saber qual é a Igreja correta, mesmo ele sabendo que a Bíblia diz que a Igreja correta é a proclamadora da verdade. Sendo assim, é mais conveniente ao “crente” fugir da verdade do que correr o risco de conhecê-la, ficando assim, na obrigação de aceitá-la. O versículo bíblico que comprova que a Igreja é a proclamadora da verdade, nós católicos, conhecemos muito bem, agora, eu gostaria de saber onde está escrito na Bíblia que não devemos nos importar em querer saber qual é a Igreja correta?
    Como vemos, os pastores evangélicos não baseiam a sua fé somente na Bíblia, mas sim na Bíblia e na esperteza! Então, é mais conveniente que se ensine aos “crentes” evangélicos que existe apenas a igreja invisível, já que da Igreja visível, eles não podem mais fazer parte, pois desta, eles saíram com a reforma protestante.
    Agora, se você é evangélico, que se diz crente e sai por aí professando que faz parte da Igreja Verdadeira invisível, saiba irmão, que isto é uma mentira protestante que visa ocultar a Verdade, pois se a Igreja Verdadeira de Cristo fosse apenas invisível, como é que você poderia fazer parte dela sendo você visível? Logo, se vocês evangélicos, que são pessoas visíveis e ao mesmo tempo confessam que são membros de uma igreja invisível, é de se perceber que existe aí uma notável contradição. O fato é que o fiel só pode fazer parte da parte invisível da Igreja de Cristo quando ele não estiver mais no corpo.

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  33. INVISÍVEL- A parte invisível da Igreja Verdadeira de Cristo está no Céu, com Cristo (o Cabeça) e seus membros que já morreram (os santos). A morte não pode nos separar do Corpo de Cristo (Rm 8,38-39), muito pelo contrário, ela nos une mais profundamente ainda a Cristo (Fl 1,23). Por isso, Paulo disse em 2 Coríntios cap.5,vers. 6 e 7 que quem está vivo, está ausente do Senhor, pois anda por fé e não por vista, logo, o desejo que se tinha, era de poder estar presente com o Senhor através da morte do corpo (2 Cor 5,8).
    A Bíblia diz em Mateus, cap.10, vers.28 que a alma (nossa consciência, pensamentos, sentidos e percepções) é imortal. E, segundo o Novo Testamento, após a morte do fiel, é somente o corpo que dorme, porém, a alma, fica viva e ativa no Céu junto do Senhor!
    Fica viva, porque foi para isto mesmo que Cristo morreu por nós, para que, quer vigiemos (os vivos), quer durmamos (os mortos), vivamos juntamente com Ele (1Ts 5,10).
    E fica também ativa, pois mesmo após a morte, a alma ainda anda com o propósito de agradar a Deus (2Cor 5,9), fica clamando por justiça (Apocalipse 6,10) e servindo a Deus dia e noite no seu templo (Ap 7,15).
    Sendo assim, a parte invisível da Igreja Verdadeira de Cristo está no Céu e não aqui na terra, como pensa o pastor Silas Malafaia, já que a parte invisível não pode ser vista, pois é formada por Jesus (o Cabeça) e pelas almas dos santos que já morreram (os membros). É por isso que quando Jesus voltar, não voltará sozinho, mas trará também consigo todos os santos (alma) que já morreram e que estão com Ele no Céu (1Ts 3,13).
    Ou seja, na Segunda Vinda de Cristo, acontecerá que a Igreja, que até então esteve invisível no Céu, se tornará visível através da ressureição dos corpos dos santos (este será o momento em que as almas dos santos retornarão aos seus corpos, que serão ressuscitados primeiramente) e depois se unirá com a Igreja visível e peregrina, que terá a sua ressureição logo após a ressureição dos santos, para que assim se possa estar, toda a Igreja em sua plenitude, unida a Cristo através do Grande Encontro (1Ts 4,16-17). Será o tão esperado encontro do Esposo (Jesus) com a sua Noiva (Igreja), já pronta para as Bodas do Cordeiro (Ap 19,7).
    AMÉM! ALELUIA!

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  34. UNIVERSAL- A Verdadeira Igreja de Cristo é também universal, neste ponto o pr. Silas está certo, mas só que ele esqueceu que é justamente este o significado da palavra “Católica”.
    A palavra Igreja Católica ou Catolicismo refere-se à Igreja Universal, e é utilizada desde o século I, alguns historiadores sugerem que os próprios apóstolos poderiam ter utilizado o termo Católica, para descrever a religião ou igreja. O primeiro documento histórico que contém o adjetivo católica referindo-se à Igreja, é uma carta de Santo Inácio de Antioquia à Igreja de Esmirna, escrita após a sua prisão, que o levou ao martírio em Roma. Um trecho dessa carta diz:

    "Segui ao Bispo, vós todos, como Jesus Cristo ao Pai. Segui ao presbítero como aos Apóstolos. Respeitai os diáconos como ao preceito de Deus. Ninguém ouse fazer sem o Bispo coisa alguma concernente à Igreja. Como válida só se tenha a Eucaristia celebrada sob a presidência do bispo ou de um delegado seu. A comunidade se reúne onde estiver o Bispo e onde está Jesus Cristo está a Igreja Católica. Sem a união do Bispo não é lícito Batizar nem celebrar a Eucaristia; só o que tiver a sua aprovação será do agrado de Deus e assim será firme e seguro o que fizerdes."(Inácio 107 d.C.)

    Santo Inácio foi discípulo do apóstolo João, também conheceu São Paulo e foi sucessor de São Pedro na igreja em Antioquia. Ele disse: “Onde está Jesus Cristo está a Igreja Católica.” Mas, essa palavra era usada também em outro sentido, por exemplo, a partir do século IV, com o surgimento de várias heresias, São Cirilo de Jerusalém usa o termo fé católica, para comparar a fé ortodoxa com a fé herética. Ou seja, a verdadeira fé aceita a totalidade das verdades reveladas, enquanto que a fé herética escolhe aquilo em que quer acreditar, selecionando o que mais lhe convém e rejeitando os demais conteúdos da fé. Desta forma, a palavra católica passou a designar não somente a Igreja que inclui todas as pessoas em todos os lugares, mas também a Igreja que inclui toda a fé, todos os sacramentos, todo o depósito e tesouro que foi deixado por Jesus Cristo e os Apóstolos. Com isso, a palavra foi sendo incorporada ao Credo como forma de distinguir a Igreja que guardava a fé inteira das seitas heréticas que estavam nascendo e que desprezavam o todo da fé.
    Só há uma Igreja de Cristo e essa Igreja é Una, Católica e Apostólica. Faz parte da natureza da Igreja ser católica. Sendo assim, não se pode aceitar o significado confessional da palavra católico, pois ela não designa um ramo do cristianismo. A fé cristã é católica por definição e não há outro verdadeiro cristianismo que não o católico.
    As cartas de Santo Inácio datam do ano de 107 d.C. , portanto, é bem pouco provável que a Igreja Católica tenha se originado com Constantino no ano 312.
    O apóstolo Paulo escrevia e falava em várias línguas, incluindo o hebraico, o grego e o latim, sendo assim, é bem provável que ele tenha lido ou escrito o termo "Católica", na carta aos Hebreus que diz: " À universal (católica) assembleia e igreja dos primogênitos que estão escritos nos céus.." (Hb 12,23); Por exemplo: caso fôsse necessário escrever este versículo aos gregos, no lugar de universal, Paulo, provavelmente poderia ter escrito "καθολικός" ou “καθολική”, já que estes dois termos gregos, apesar de ser bem parecidos, tem significados equivalentes.
    Portanto, o vers. 23 do cap.12 de Hebreus é uma prova bíblica que demonstra indícios da denominação “Católica” já no tempo dos apóstolos.
    A Igreja se tornou Católica (universal) por mandado de Jesus Cristo (Mt 28,19); Ele morreu para que houvesse uma única Igreja (Jo 11,51-52); E que essa Igreja deveria professar uma única fé em todo o mundo (Efésios 4,13), (1Cor, cap.1,vers.10). Portanto, a Igreja Católica é a única Igreja que está desde o séc. I em todo o mundo (Mt 28,19), é somente um corpo (Jo 11,51-52) e professa uma mesma Fé (Ef 4,13), (1Cor 1,10).

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  35. A “JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ” - Também conhecida como sola fide, é um dos conceitos basilares do luteranismo e de todas as denominações cristãs que advém da Reforma Protestante. Pode-se dizer que esse conceito religioso foi um dos catalisadores da Reforma. Lutero inspirou-se na afirmação do apóstolo São Paulo de que "o justo viverá pela fé" (Romanos 1,17), contrariando assim a afirmação da Igreja Católica, que defendia que à fé se deviam acrescentar as boas obras a fim de se poder alcançar a salvação. Portanto, para quem não sabe, houve no passado uma disputa entre um homem (Lutero) e a Igreja.

    Se formos analisar a Bíblia mais a fundo, veremos que a salvação descrita somente pela fé, visa excluir as obras da lei (Rm 3,28) e não as boas obras (Tg 2,24). Quando Paulo diz qua a salvação é alcançada somente pela fé, ele está querendo mostrar aos judeus de Roma, que as obras da lei não têm nenhuma eficácia de salvação em comparação com a fé em Jesus Cristo. Por isso, ninguém será justificado diante Dele pelas obras da lei (Rm 3,20).
    Paulo diz que as obras da lei, como um meio de justificação, tende a excluir a Graça de Deus (Rm 11,6). Ou seja, a fé em Cristo não necessita das obras da lei, mas isto não significa que não careça de boas obras, pois sem elas, a fé é morta (Tg 2,26). Então, se por um lado as obras da lei não servem como um meio de justificação, por outro lado, as boas obras são vitais para a salvação, já que o homem é salvo pelas boas obras, e não somente pela fé (Tg 2,24).
    Podemos então compreender, que quando Paulo diz que a salvação não vem das obras (Ef 2,9), ele está querendo enfatizar que não devemos nos gloriar pelas boas obras, pois elas, por si mesmo, não salva. Ou seja, se a fé sem as obras não salva (Tg 2,14), muito menos, as obras sem a fé (Ef 2,9).
    Devemos compreender também, que as obras já estão acrescentadas na fé descrita por Paulo (Ef 2,8), já que a fé sem obras é morta (Tg 2,17) e fé morta não salva ninguém. Portanto, ao tratar de uma fé que salva, Paulo não iria se referir a uma fé morta, mas sim, a uma fé viva. E o que é uma fé viva? Biblicamente falando: se uma fé morta é uma fé sem obras, uma fé viva só pode ser obviamente, uma fé com obras. Conclui-se, portanto, sem contradição alguma, que à fé devemos acrescentar as boas obras a fim de se poder alcançar a salvação.

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  36. É importante notar que os pastores evangélicos sempre estiveram cientes disso! Eles sabem muito bem que para tornar a fé viva, devemos acrescentar-lhe as obras. Mas, a desonestidade intelectual deles os impedem de reconhecer nas obras, uma eficácia de salvação. E são várias as técnicas de persuasão que os pastores evangélicos utilizam para negar a eficácia de salvação das obras. Podemos perceber isso em muitos sites protestantes.
    Vejam por exemplo, o GotQuestions.org:
    http://www.gotquestions.org/Portugues/somente-a-fe.html#ixzz3QilSVnoP

    Lá está escrito isto: “Tiago não está dizendo que a justificação se dá pela fé mais as obras,...”

    Agora vamos ler o que Tiago realmente escreveu: “Vedes então que o homem É JUSTIFICADO PELAS OBRAS, e não somente pela fé (Tg 2,24).

    Não precisaria de nenhuma explicação aqui, para percebermos o desprezo que estes senhores tem pela a Bíblia, porém, não é prudente subestimar a astúcia de um pastor protestante.
    Para persuadir os leitores, os pastores usaram a seguinte frase: “Se uma pessoa afirma ser crente, mas não produz boas obras em sua vida - então ela provavelmente não tem fé genuína em Cristo.” (Reparem que na prática, o ponto de vista protestante continua sendo igual ao da Igreja Católica, ou seja, para que o evangélico se salve, ele vai ter que acrescentar as boas obras à fé de qualquer jeito, enquanto aquela inspiração de Lutero: "o justo viverá pela fé", fica só na teoria.)
    Os artifícios enganosos desses pastores, causa no leitor a seguinte impressão: As boas obras que eu produzo são frutos da fé genuína; - Então, o que me salva é a fé genuína e não as boas obras. Mas, vejam que essa impressão pode ser alterada com o seguinte raciocínio: Se não existir as boas obras, jamais haverá a fé genuína; - Então, o que me salva não são também as boas obras?
    Deu pra perceber o truque protestante? Ou seja, eles somaram a fé mais as obras, e deram o resultado de “fé genuína” (Fé + Obras = Fé Genuína) e com isso, criou-se a mentira protestante que diz que a salvação é alcançada somente pela fé, quando na verdade, é pela fé mais as obras.
    Deste modo, o protestantismo descaracterizou o conceito de fé. Fé é a coragem de acreditar em algo que nos foi prometido e que ainda não vemos; É o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem (Hb 11,1).
    A pessoa não precisa praticar boas obras para ter fé, assim como não precisa ter fé para praticar boas obras. Contudo, tanto a fé quanto as obras, são vitais para a salvação. A fé precisa das obras, tanto como as obras, precisa da fé! Se excluirmos as obras a fé não pode salvar, e vice-versa. Qualquer crente que tenha o mínimo de entendimento sabe muito bem disso!

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  37. Mas, infelizmente, os pastores protestantes fazem várias e longas interpretações de persuasão “bíblica”, e acabam confundindo a cabeça do cristão, já que o principal objetivo do Protestantismo é manter sempre uma oposição à Fé Católica.
    E, para acabar de uma vez por todas com essa oposição, existe um argumento infalível que derruba qualquer artifício protestante:
    Sabemos que o principal argumento protestante usado para confundir o crente é este: “Obras não produzem fé; mas a fé produz obras, e as obras confirmam a fé.”
    À primeira vista, até parece fazer sentido, mas há um grave erro nesse argumento que só é percebido quando fazemos a seguinte pergunta: Que tipo de obras a fé produz? Aqui é que está a falha protestante! A fé produz muitas obras, mas, nem toda obra provém da fé. É muito importante especificarmos aqui, qual é o tipo de obra proveniente da fé, pois existe um tipo de obra na Bíblia, que tem uma clara eficácia de salvação e que não é oriunda da fé; Esta obra se chama: Esmola (caridade).
    A esmola provém do Amor (compaixão) e não da fé. Pessoas sem religião e até mesmo os ateus, são capazes de praticar a caridade como um gesto de compaixão e amor pelo próximo. Dizer que as obras de caridade são frutos da fé, é um sério erro que passa sempre despercebido pela boca de um protestante.
    Na parábola do bom samaritano (Lc 10,30-37), Jesus conta que dois homens religiosos se negaram a praticar a caridade ao próximo, enquanto um samaritano, MOVIDO PELA COMPAIXÃO, atou-lhe as feridas, levou-o para uma estalagem, cuidou dele, e ainda pagou para que cuidassem dele. Reparem que a boa obra que o samaritano praticou, foi fruto da compaixão (amor) e não da fé.
    Agora podemos entender perfeitamente, qual é a verdadeira orientação de Tiago; Tiago nos exorta que as obras (esmola) devem ser praticadas como uma prova concreta de amor ao próximo e não como frutos adquiridos pela vida de fé, já que o tipo de obra (esmola) a que ele se refere, não provém da fé. E não sendo fruto da fé, tem sim o seu valor de justificação (Tg 2,24). Portanto, a mensagem de Tiago é que não devemos nos apegar somente a uma vida de fé, e nos esquecer do principal mandamento de Deus que é o amor ao próximo.

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  38. O AMOR: Eis a palavra-chave que acaba com todas as discussões a respeito da Justificação. Por não entender o verdadeiro sentido da palavra Amor, os protestantes se apartaram da Verdade. É claro que estamos falando aqui do Amor no sentido bíblico.
    A palavra “Amor” nas Escrituras significa um compromisso sólido de agir sacrificialmente para com outra pessoa; Amar é dar; O amor bíblico é expresso através das obras (1Jo 3,18); E não há verdadeiro amor de Deus sem as obras (1Jo 3,17). Deus nos amou com obra:
    -Deus deu o Seu Filho por amor (Jo 3,16);
    -O Senhor Jesus Cristo deu a Si mesmo por amor a você (Gl 2,20);
    Conhecemos o Amor nisto: que Ele deu a Sua Vida por nós e NÓS DEVEMOS dar a vida pelos irmãos (1Jo 3,16). Se Deus nos amou através de uma Obra que Lhe custou tão caro, então, quem somos nós para responder ao Amor (Sacrifício) de Deus somente com a fé?
    Existe uma “troca” de agir entre nós e Cristo: Ele praticou uma Boa Obra (Morte na cruz) por amor a nós, e por isso, também espera de nós, uma boa obra (caridade), como prova concreta de nosso amor. Portanto, para que o crente participe dos benefícios alcançados pelo Sangue de Cristo e possa alcançar a Salvação que é pela Graça, Deus impôs a ele duas coisas:
    1) O Amor ao próximo (caridade);
    2) E a Fé em Cristo.
    Os protestantes eliminaram o amor (caridade) e ficaram somente com a fé.
    E agora já não adianta mais, pastor protestante querer vir com o papo de “fé genuína”, dizendo que o amor é fruto da fé, pois ainda que ele tivesse toda a fé do mundo, de maneira tal que transportasse os montes e não tivesse amor, isso de nada lhe adiantaria (1Cor 13,2). E para termos o amor citado em 1Cor 13,2, basta lermos o que diz 1João 3,17-18. Portanto, só se tem o Amor de Deus através das obras (esmola).

    É importante notar que a Bíblia diz que:
    - Pode haver fé sem amor (1Cor 13,2);
    - Pode haver obra sem amor (1Cor 13,3);
    - Mas, não pode haver amor sem obra (1Jo 3,17-18).
    O Amor bíblico deve ser expresso através das obras e é o maior mandamento da Lei (Mc 12,30-31). Se é mandamento, então é um preceito bíblico obrigatório para a nossa Justificação.

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  39. Ao preparar o caminho do Senhor, João Batista já dava instruções às multidões a respeito da prática do amor (Lc 3,11). E se o precursor do Senhor já recomendava a esmola como uma prova concreta de amor, o que nos diria então o próprio Senhor Jesus? Se quisermos realmente saber se as obras (esmola) tem mesmo uma eficácia de salvação, basta lermos o que Jesus disse, pois quanto a isso, não é Paulo, nem Tiago e nem João, mas é Ele mesmo, o mais radical, curto e direto de todos!
    Jesus chega a dizer que a esmola, por menor que seja, até mesmo um copo de água fria, faz com que não percamos a nossa recompensa (Mt 10,42).
    Assim, tendo as obras (esmola) uma claríssima eficácia de salvação, Jesus profere o mais duro discurso para aqueles que não a praticam:
    “Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos; Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; Sendo estrangeiro, não me recolhestes; estando nu, não me vestistes; e enfermo, e na prisão, não me visitastes.” (Mt 25,41-43).
    Jesus deixou claro que quem tiver condições, mas não praticar a esmola como uma prova concreta de amor, comete pecado grave e sofrerá a condenação eterna. (só lembrando: a esmola não é fruto da fé). Portanto, aquele que pode praticar o bem e não o faz, comete pecado (Tg 4,17). Como é que um pastor protestante ainda tem a coragem de abrir a Bíblia para dizer que a salvação é alcançada somente pela fé?
    A verdadeira Igreja deve sempre pregar, além da fé em Cristo, a prática da esmola e da caridade. E, foi em vista dessa vital importância das obras (esmola) na Bíblia, que a Igreja Católica sempre levou este ensinamento muito a sério, e até mesmo ao extremo, como podemos perceber nas frases de alguns santos doutores:
    - “Pertence ao que tem fome o pão que desperdiças e ao que está nu o agasalho que conservas nos teus guardados." (São Basílio);
    - “O que temos é dos pobres e somente o que lhe damos se torna nosso.” (São Camilo de Lellis);
    - “O supérfluo dos ricos é propriedade dos pobres.” (Santo Agostinho);
    - ”Rouba o alheio quem retém para si o que vai do além do necessário.” (Santo Antônio de Pádua).

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  40. Portanto, se o pastor prega exaustivamente, que a salvação é alcançada somente por meio da fé, e que por isso, não precisamos fazer mais nada, pois Cristo já fez tudo, isto pode significar uma perigosa heresia para o crente. Não estou aqui, querendo dizer que o Sacrifício de Cristo não foi o suficiente para a nossa salvação, mas, se o crente responde ao Sacrifício de Cristo através de uma fé sem obras (esmola), então, ele não é merecedor dos benefícios deste Sacrifício.
    Somente a fé mais as obras (esmola) é que pode tornar o crente, verdadeiro e participante dos benefícios alcançados por Cristo na cruz (Tg 2,24).
    Podemos então concluir que a fé sem obras (esmola), é uma rejeição ao próprio Cristo, pois foi o próprio Jesus quem disse que colocará à sua direita, aqueles que se beneficiarão do Seu Sacrifício, por terem demonstrado para com Ele, uma prova concreta de amor através das obras (esmola). Enquanto à sua esquerda, ficarão aqueles que pensam que por já terem fé, se acham dispensados de dar uma prova concreta de amor através de obras (esmola), achando que somente a fé é o suficiente para torna-lo participante dos benefícios alcançados pelo Seu Sacrifício na cruz. (Mt 25,31-46).
    É sempre bom lembrarmos que além da fé em Cristo, o que a Bíblia mais nos recomenda no Novo Testamento, são as boas obras (caridade), já que tanto a primeira, quanto a segunda são vitais para a nossa salvação.

    Agora, se você é evangélico e mesmo assim, ainda prefere acreditar no seu pastor e rejeitar tudo o que você leu neste comentário, gostaria de lembrar uma coisa: este assunto (somente fé ou fé mais as obras) é o que motivou a Reforma: a separação entre a igreja Protestante e a Igreja Católica. E ficou bastante claro aqui que era a Igreja (1Tm 3,15) que estava com a Verdade e não o homem Lutero. Uma heresia sempre nos leva à outra heresia. Foi a “sola semi-scriptura” que levou Lutero para a “sola fide”. (Obs.: O conceito de “Sola Scriptura” nunca foi levado a sério no Protestantismo). E, se os cristãos do séc.XVI, se afastaram da Igreja, motivados pela heresia de um homem, então, obviamente, toda a estrutura do Protestantismo está contaminada.

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  41. Antes de explicar o Purgatório, vamos esclarecer alguns erros intencionais que são provocados pelos pastores protestantes para dificultar a compreensão bíblica do Purgatório. Para isso, vamos primeiramente, ler um trecho do Catecismo que foi copiado por um site protestante (GotQuestions.org):

    Purgatório: “Os que morrem na graça e na amizade de Deus, mas não estão completamente purificados, embora tenham garantida sua salvação eterna, passam, após sua morte, por uma purificação, a fim de obter a santidade necessária para entrar na alegria do Céu.” (Catecismo, pág.290) http://www.gotquestions.org/Portugues/indulgencias-plenarias.html

    No mesmo site (O que a Bíblia diz sobre o purgatório?) http://www.gotquestions.org/Portugues/purgatorio.html, os pastores dizem que a ideia de que nós temos que sofrer pelos nossos pecados após a morte é contrário a tudo o que a Bíblia diz sobre a salvação. Ou seja, para eles, dizer que nós devemos pagar pelos nossos pecados no purgatório é negar a suficiência do sacrifício de Jesus para a nossa salvação. Só que esses pastores não atentaram ao fato de que aqueles que passam pelo Purgatório já estão salvos, pois morreram na graça e na amizade de Deus e já tem garantida a sua salvação que foi paga pelo Sangue de Cristo.
    Portanto, a pena sofrida no Purgatório não é uma ofensa ao Sacrifício salvífico de Cristo, pois o que está em questão não é a salvação, mas sim a santidade plena da alma.
    Mas, para o protestantismo, a ideia de que nós devemos em qualquer sentido pagar ou sofrer por causa dos nossos pecados não está de acordo com a Bíblia. Ou seja, para o protestante é biblicamente inadmissível a pessoa ter que sofrer ou pagar por qualquer pecado que ela tenha cometido.
    Ao examinar as Escrituras vemos que isso não é verdade: Na parábola do rei que quis fazer contas com seus servos (Mt 18,23-35), Jesus nos diz que uma pessoa pode vir a pagar por seus pecados, caso ela não seja misericordiosa. A parábola descreve um servo que insistia em cobrar algo que é seu por direito, mesmo sabendo que o outro não tinha como pagar. Nessa situação, o rei não poderia condená-lo, pois estaria sendo injusto com ele. O único jeito seria fazer com que esse servo também pagasse por sua dívida, que antes havia sido perdoada pelo rei (Mt 18,34). Ou seja, assim como aquele rei entregou o servo malvado aos atormentadores, Jesus nos adverte sobre a possibilidade de Seu Pai celestial também nos fazer pagar por nossos pecados (Mt 18,35).
    As Escrituras relatam algo semelhante no Evangelho de Lucas: “Digo-te que não sairás dali enquanto não PAGARES o derradeiro ceitil.” (Lc 12,59). Essa passagem não indica um pagamento material, pois estaria em contradição com Mt 18,33 que recomenda o perdão e a misericórdia a um devedor. O fato é que tanto a passagem de Mateus, como a de Lucas nos adverte sobre a real possibilidade de termos que pagar por nossos próprios pecados. Sendo assim, é uma heresia a visão protestante que diz que é biblicamente inadmissível a pessoa ter que sofrer ou pagar por qualquer pecado que seja.
    Agora que já estamos cientes disso, vamos à explicação do Purgatório:

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  42. PURGATÓRIO - O Purgatório consiste basicamente no perdão após a morte. Mas, será que existe perdão após a morte? Segundo o que se deduz do Evangelho de São Mateus, existe sim! Quando Nosso Senhor diz: “Todo o que tiver falado contra o Filho do Homem será perdoado. Se, porém, falar contra o Espírito Santo, não será perdoado, nem neste século nem no século futuro” (Mt 12, 32).
    Os pastores protestantes apenas dizem que essa é uma passagem “obscura” e não diz com clareza o que é que acontece após a morte. Mas, o que importa saber é que essa passagem diz claramente que existe perdão após a morte. Se não existisse perdão após a morte, Jesus jamais diria: “... não será perdoado nem no século futuro”. Se Jesus fez essa grave advertência sobre um pecado que não pode ser perdoado nem no século futuro (após a morte), é porque existem outros pecados que podem. Esse raciocínio lógico, que demonstra biblicamente o perdão de pecados após a morte está presente no Catecismo:
    §1031 No que concerne a certas faltas leves, deve-se crer que existe antes do juízo um fogo purificador, segundo o que afirma Aquele que é a Verdade, dizendo, que, se alguém tiver pronunciado uma blasfêmia contra o Espírito Santo, não lhe será perdoada nem no presente século nem no século futuro (Mt 12, 32). Desta afirmação podemos deduzir que certas faltas podem ser perdoadas no século presente, ao passo que outras, no século futuro. (Catecismo, pág.290)

    Portanto, se o protestante diz que não existe nenhum perdão no século futuro (após a morte), ele está contradizendo explicitamente o que Jesus disse em Mateus 12,32.
    E já que existe de fato o perdão após a morte, chegamos à evidente conclusão de que não pode existir apenas o Céu e o inferno como destino para a alma. Pois, no Céu com o Senhor, a pessoa não precisa mais de perdão, e quem vai para o inferno, já está eternamente condenado e não pode jamais ser perdoado. Nota-se obrigatoriamente, que além de Céu e inferno, deve existir algo a mais. Portanto, a existência dessa realidade, que a Igreja pôs o nome de “Purgatório” é imprescindível para a total compreensão bíblica da Salvação.
    Para que possamos ver o Senhor face a face, é preciso que tenhamos morrido em um estado de santidade plena (Hb 12,14). A santidade não é uma opção, mas sim uma exigência imposta àquele que quer entrar no Céu (1Pd 1,15-16). Tanto o pecado leve, quanto o pecago grave nos priva de entrar no Céu, porém é somente o pecado grave que nos leva à condenação eterna. Mas, o pecado leve não tem gravidade para gerar a segunda morte (1Jo 5,17).
    Com isso, podemos questionar algo muito importante: O que aconteceria se um cristão morresse de repente, sem ter tido tempo de se arrepender de algum pecado leve que porventura ele tenha cometido?
    Pro Céu ele não poderia ir, pois ainda não pode ver a Deus face a face (Hb 12,14). E também, não sejamos meninos no entendimento, de achar que Deus iria condenar um cristão ao inferno só por causa de um pecado leve.
    Chegamos, portanto, a um impasse! Sabemos que depois da morte segue-se o juízo particular (Hb 9,27) e o tempo que tínhamos para nos arrepender dos pecados foi expirado. Ou seja, se após a morte não se pode mais recorrer ao Sangue de Cristo para apagar os pecados graves, certamente depois de morto também não há mais como recorrer ao Sangue de Cristo para apagar os pecados leves. E, como este último não gera a morte (1Jo 5,17), só existe uma maneira para a solução desse impasse:

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  43. É como o caso da parábola do acerto de contas (Mt 18,23-35): Que essa alma seja entregue a um tormento temporário até que pague por tudo o que deve (Mt 18,34), pois ela só pode entrar na alegria do Céu depois de passar por uma prisão temporária (Lc 12,59) para que pague por tudo aquilo, que por sua própria culpa e desleixo, não foi possível que Cristo pagasse. Não foi possível porque o arrependimento se deu após a morte, e Cristo foi imolado para pagar por nossos pecados quando nos arrependemos ainda em vida. Se o Sangue de Cristo servisse também para pagar pelos pecados daquele que se arrepende depois de morto, certamente não existiria condenação e nem inferno. Este é o motivo pelo qual existe sofrimento no Purgatório.
    Lembrando que quem morre em pecado grave não tem mais a chance de se purificar, e vai direto para o inferno.
    É importante frisar que o Purgatório não é para todos, deve-se salientar que há também aqueles que vão diretamente para o Céu, o Catecismo deixa isso claro:
    §1023 Os que morrem na graça e na amizade de Deus, e que estão totalmente purificados, vivem para sempre com Cristo. São para sempre semelhantes a Deus porque o veem “tal como Ele é” (1Jo 3,2), face a face (1Cor 13,12). Catecismo, pág.288

    É bom saber isso, pois tem pastor protestante que usa a passagem de 2Cor 5,8 para contestar de forma débil a existência do purgatório, dizendo que após a morte estaremos habitando com o Senhor e não em um fogo se purificando. Devemos compreender que em 2Cor 5,8 Paulo se refere àqueles que vão diretamente para o Céu.
    Agora já podemos compreender a realidade do Purgatório através da Bíblia. Sabemos que após o juízo particular, a alma pode seguir três destinos: O Céu, o inferno ou uma espécie de “prisão purificadora”, para que se possa alcançar o perdão do século futuro afirmado por Jesus (Mt 12,32), e assim poder entrar na alegria do Céu.

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  44. ATENÇÃO - Mas, é bom ficarmos atentos às ciladas protestantes, pois um pastor protestante jamais admitirá a existência do Purgatório! Eles preferem encobrir os primeiros erros com outros erros mais absurdos ainda.
    Saibam que para excluir a necessidade do Purgatório, foi criada no protestantismo a terrível heresia que diz que no instante em que recebemos a Cristo como Salvador, TODOS os nossos pecados são perdoados. Isso inclui passado, presente, futuro, pecado grande ou pequeno.
    Ou seja, para o protestantismo o verdadeiro crente já está perdoado de todo e qualquer pecado que ele ainda possa vir a cometer, mesmo sem precisar de se arrepender. Por isso eles dizem que os crentes não têm que ficar pedindo por perdão ou se arrependendo para ter os seus pecados perdoados, já que Jesus morreu para pagar pela penalidade de TODOS eles.
    Sendo assim, para o protestante existe a real possibilidade de um cristão morrer em pecado grave sem ter se arrependido, e ainda assim, acabar indo direto para o Céu. Se fosse assim, então pra quê vigiar? O Diabo é que gosta de facilitar as coisas. Todo o cuidado com as heresias protestantes é pouco! Pois sabemos que a porta é estreita (Lc 13,24).
    Portanto, dizer que a expressão “TODOS os pecados” inclui também os pecados que ainda não existe, aí já é querer demais! Para que seja dado o perdão, é preciso que exista primeiro o pecado. Como é que pode ser dado o perdão para um pecado que ainda não foi cometido? O pecado antecede o perdão. Essa é a única lógica verdadeira.
    Mas, mesmo assim, parece que os pastores protestantes ainda não desconfiaram das mancadas que andam cometendo. Vejam o que está escrito no site GotQuestions.org:

    “Em nenhum lugar as Escrituras ensinam os crentes em Jesus a pedir a Deus por perdão.”

    Será que esses “sábios pastores” esqueceram que na Bíblia existe a oração do Pai Nosso? “PERDOAI os nossos pecados” (Lucas 11,4). É difícil entender como é que ainda tem gente que acredita que é o Espírito Santo que inspira esses pastores!
    Quem quiser ler este absurdo (“Em nenhum lugar as Escrituras ensinam os crentes em Jesus a pedir a Deus por perdão.”), basta acessar o link abaixo:
    http://www.gotquestions.org/Portugues/pedir-perdao.html#ixzz3RBc2MPzx

    Mas, acesse logo! Antes que eles apaguem esse fiasco.

    Ora, se na primeira oração ensinada por Jesus, somos orientados a pedir a Deus por perdão (Lc 11,4), então como é que nós já temos todos os pecados do futuro já perdoados no instante em que O recebemos como nosso Salvador?
    Portanto, se aparecer algum protestante querendo negar o Purgatório, dizendo que todos os pecados do futuro já foram perdoados no instante em que recebemos a Cristo como Salvador, pode ficar ciente de que esse ensinamento faz parte de uma perigosa heresia protestante.
    Negar o Purgatório é negar a própria Bíblia! Apesar da forte oposição das seitas protestantes, a Igreja Católica não pode jamais desistir de ensinar aos crentes o total depósito da Fé Cristã.
    E, não contentes em negar a totalidade da Fé Cristã, os pastores protestantes ainda tem a ousadia de dizer que quem acreditar no que a Igreja Católica ensina, não será salvo.
    Confira no site GotQuestions.org a seguinte frase:

    “Se uma pessoa crê no que a Igreja Católica oficialmente ensina, ela não será salva.”
    http://www.gotquestions.org/Portugues/Catolicismo-falsa-religiao.html

    Ou seja, esses pastores prepotentes não creem na Bíblia toda e nem deixam que aqueles que creem, continuem acreditando. E se cumpre neles a Profesia do Messias:
    “Ai de vós, pastores protestantes hipócritas! Pois que fechais aos homens o conhecimento da Verdade; e nem vós acreditais e nem deixais acreditar aos que estão acreditando” (Mt 23,13).

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  45. O PAPADO NA BÍBLIA - Para compreender melhor o Papado, vamos primeiro ver qual é o significado do termo “Papa” para os cristãos: Possivelmente provém do latim Papa, do grego πάππας, que quer dizer uma palavra carinhosa para pai.
    Mas então, quando e como o termo “Papa” passou a ser utilizado na Igreja? Provavelmente, logo no início e, por causa da tradição dos apóstolos. Se analisarmos melhor a Bíblia, veremos que já era costume os apóstolos chamarem os primeiros crentes carinhosamente de “filhos”:
    Paulo chama Timóteo de filho (1Tm 1,18) e faz o mesmo com Onésimo (Filemom 1,10) e também com Tito (Tito 1,4), e com os Gálatas (Gl 4,19), sem contar as várias vezes que João se refere aos crentes como “filhinhos”(1Jo 2,1), (1Jo 2,18), (1Jo 3,7), (1Jo 4,4), (1Jo 5,21).
    Ora, se os cristãos já eram chamados carinhosamente pelos apóstolos de filhos, é de se supôr que eles também chamavam os apóstolos, carinhosamente, de pais. Sendo assim, existe aqui um forte pressuposto bíblico que nos indica que, desde o início da Igreja, os crentes já chamavam os apóstolos, carinhosamente, de “pais”, já que este costume foi mantido pelos apóstolos e todo o povo para com os “pais” da Antiga Aliança:
    - A mulher samaritana chama Jacó de pai (Jo 4,12);
    - Paulo chama Abraão e Issac de pai (Rm 4,12),(Rm 9,10);
    - Tiago chama Abraão de pai (Tg 2, 21).
    E aqui fica claro que, por causa da passagem de Mateus 23,9, a antipatia que os evangélicos tem com este antigo costume cristão de chamar os seus líderes espirituais, carinhosamente, de “pais” (padres e papas), não passa de um erro de interpretação.

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  46. Bom. Já vimos que os termos carinhosos (padres e papas) usados pelos crentes para com os pais da fé, no início da Igreja, não é nenhum mistério bíblico. Mas então, como perceber na Bíblia a primazia de um destes “pais da fé” que deu origem ao Papado?
    Primeiramente, temos que entender alguns pontos do raciocínio daqueles que tentam negar o papado, para que depois possamos entender melhor o papado:
    Os pastores protestantes dizem que Pedro, em nenhum versículo, clama para si mesmo supremacia sobre os outros apóstolos, e também dizem que em nenhum lugar, dentre o que escreveu (I e II Pedro), Pedro chama para si qualquer papel especial, autoridade ou poder sobre a igreja.
    Vejam que o erro está no modo como o protestante contesta papado: Ficar se exaltando como superior é falta de humildade e não foi esse o exemplo que Pedro recebeu de Jesus (Jo 13,14). Quando os apóstolos discutiam sobre qual deles seria o maior, Jesus respondeu: “Se alguém quer ser o primeiro, seja o último de todos e o servo de todos”. (Mc 9,35). Pedro nunca se considerou acima dos outros, mas isso não significa que ele não tenha ocupado uma posição superior e de destaque entre os apóstolos. Portanto, não temos que ficar buscando palavras da boca de Pedro, pois são as próprias Escrituras que afirmam a sua supremacia apostólica:

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  47. PRIMAZIA DE PEDRO - Em toda comunidade ou instituição existe um líder, um superior que tem o seu nome sempre posto em evidência. Na lista dos Doze, os Evangelhos sinóticos apresentam o nome de Pedro sempre em primeiro lugar, enquanto o de Judas, fica em o último (Mt 10,2), (Mc 3,16), (Lc 6,14). Apenas uma coincidência? Certamente não! O primeiro nome da lista demonstra um privilégio de primazia, enquanto a posição do último é um sinal de desonra, reservado para aquele que foi o traidor.
    E em outras duas listas (Jo 21,2), (Atos 1,13) os Autores Sagrados também dão primazia ao nome de Pedro, reforçando ainda mais a sua supremacia entre os apóstolos.
    Em outros trechos bíblicos podemos perceber uma clara distinção entre Pedro e os outros discípulos:
    - Quando as mulheres são enviadas para anunciar aos discípulos a Ressureição, o mensageiro faz uma distinção entre o nome de Pedro e os outros discípulos (Mc 16,7);
    - Quando os Judeus recorreram aos apóstolos (Atos 2,37), e quando os apóstolos responderam ao sumo sacerdote (Atos 5,29), somente o nome de Pedro é posto em evidência;
    - Quando Jesus pergunta: Quem é que me tocou? Somente o nome de Pedro é evidenciado dentre aqueles que responderam (Lc 8,45). No monte da Transfiguração também ocorre o mesmo (Lc 9,32);
    - Somente Pedro é quem teve a Fé garantida pela intercessão do próprio Jesus: “Simão, Simão, eis que Satanás pediu permissão para peneirar-VOS.” (Lc 22,31). Reparem Jesus dizendo que Satanás pediu permissão para peneirar a todos eles e não somente a Pedro. No entanto, Jesus roga somente por Pedro: Mas eu roguei por tí (Pedro). Por que Jesus não rogou por todos, visto que todos seriam também peneirados? Certamente, Jesus rogou por todos sim, mas rogou de uma forma especial através de Pedro porque Pedro recebeu do Senhor um ministério especial; Querendo salvar a todos, Jesus roga por Pedro, querendo o bem da Igreja inteira, Jesus dá uma assintência ao líder: “Para que a tua fé não desfaleça; e tú, quando te converteres, confirma teus irmãos” (Lc 22,32). Aqui nós vemos claramente que Pedro recebeu de Jesus um papel especial e de maior responsabilidade em relação aos outros.
    E, como o primeiro responsável pela Igreja, muitas vezes, era Pero quem tomava a palavra (Atos 1,15), (Atos 2,14), (Atos 2,38), (Atos 3,12), (Atos 4,8), (Atos 5,3), (Atos 8,20);
    - Quando Jesus ressuscitou, Ele fez questão de aparecer pessoalmente, numa aparição individual a Pedro. Nós temos esta aparição atestada naquilo que é o documento mais antigo a respeito da Ressureição de Cristo, a primeira carta de Paulo aos Coríntios. Paulo diz: “Eu, transmiti para vocês aquilo que eu também recebí: que o Senhor ressucitou, apareceu a Cefas (Pedro), e depois aos doze” (1Cor 15,5). Essa aparição privada a Pedro está presente também no Evangelho de Lucas (Lc 24,34). Com isso, Jesus, quer primeiramente confirmar a fé de Pedro, quer dá solidez, para que, como testemunha pessoal e íntima da ressureição do Senhor, ele pudesse confirmar a fé de toda a Igreja;
    - No capítulo 15 de Atos dos apóstolos, naquele que foi considerado o primeiro Concílio da Igreja, Pedro se levanta no meio de todos e diz que há muito tempo Deus o elegeu dentre eles, para anunciar o Evangelho aos gentios (Atos 15,7). A primazia de Pedro já não era mais novidade, pois todos ali sabiam da assistência particular e individual que ele tinha recebido do Cristo.
    Com tantas passagens evidenciando o nome de Pedro, e a forma individual como ele foi tratado por Cristo, é preciso muita desonestidade para negar o seu papel especial e sua maior responsabilidade e autoridade na Igreja.

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  48. Assim, podemos perceber, claramente, uma primazia e liderança que Pedro teve entre os apóstolos. E, é da natureza de um líder exercer autoridade sobre os demais. Porém, aqui é muito importante esclarecer algo que é fundamental para a compreensão bíblica do Papado:
    A autoridade exercida por Pedro, assim como a autoridade exercida pelo Papa, não é uma autoridade individual e absoluta sobre os outros apóstolos ou sobre a Igreja. Os pastores protestantes não entendem isso e acabam distorcendo as coisas. Com o propósito de negar o papado, eles dizem que a autoridade de Pedro era compartilhada pelos outros apóstolos (Efésios 2,19-20), e que a autoridade de “ligar e desligar” a ele atribuída era, da mesma forma, dividida entre os outros discípulos (Mt 18,18). Mas, quem foi que disse que estas citações bíblicas estão em desacordo com o papado? Vejam que a autoridade do Papa também é compartilhada com os outros apóstolos (bispos):
    §884 O colégio dos Bispos exerce o poder sobre a Igreja inteira, de forma solene, no Concílio Ecumênico. (Catecismo, pág.254);
    §884 Cada bispo, individualmente, é o princípio e o fundamento da unidade na sua Igreja particular. Como tal, exerce a sua autoridade pastoral sobre a porção do povo de Deus que lhe foi confiada. (Catecismo, pág.254).
    E, segundo o mesmo Catecismo, a autoridade de ligar e desligar atribuída ao Papa, também é dividida entre os bispos (apóstolos):
    §881 “...Porém, o múmus de ligar e desligar, que foi dado a Pedro, consta que também foi dado aos apóstolos, unidos ao seu chefe.” (Catecismo, pág.253).

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  49. INFALIBILIDADE PAPAL - Também existe muita deturpação protestante a respeito da “Infalibilidade Papal”. Para que o protestante entenda a “Infalibilidade Papal” na Bíblia, ele deve entender como é que ela se dá na prática. Ou seja, não adianta ficar vasculhando a Bíblia atrás de versículos que comprovem a infalibilidade individual de Pedro, pois na prática, sabemos que quem é infalível é a Igreja (1Tm 3,15). O papel de Papa (Pedro) é estar à frente para confirmar a Infalibilidade da Igreja e anunciar aos cristãos os ensinamentos doutrinais que foram estabelecidos por todo o Colégio apostólico (Atos 16,4).
    Quando um Papa anuncia algo como ex cathedra, aquilo não pode mais ser objetado por ninguém, porém, devemos compreender que o que foi anunciado pelo Papa, não veio somente dele, mas sim de toda Igreja (Magistério) e cristão nenhum deve objetar os ensinamentos da Igreja (1Tm 3,15).
    Mas, infelizmente, quando se fala em “Infalibilidade Papal”, os protestantes pensam que é somente o Papa que tem o poder de receber de Deus o ensinamento infalível. Se assim fosse, não seria preciso a realização dos concílios. Sabemos que todo ensinamento infalível deve vir da Igreja (Magistério), pois foi o próprio Cristo quem quis conferir à sua Igreja, uma participação em sua própria infalibilidade (1Tm 3,15). Portanto, para se compreender a prática da “Infalibilidade Papal” na Bíblia, basta buscarmos um versículo que comprove a Infalibilidade da Igreja (Magistério):
    §891 “A infalibilidade prometida à Igreja reside também no corpo dos bispos, quando exerce o seu Magistério supremo em união com o sucessor de Pedro, sobretudo num concílio ecumênico”. (Catecismo, pág. 255)

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  50. SUCESSÃO APOSTÓLICA - É somente na estrutura magisterial da Igreja que se encontra a infalibilidade de ensino. Essa estrutura chegou aos nossos dias, graças à sucessão apostólica. Mas, sabemos que os pastores protestantes abominam o conceito de sucessão apostólica. Eles falam que nem Pedro, nem qualquer outro apóstolo, teria afirmado que sua autoridade apostólica seria passada a seus sucessores. Ou seja, para os protestantes, a sucessão apostólica foi forjada pela Igreja Católica nos versos (2Tm 2,2; 2Tm 4,2-5), (Tito 1,5; Tito 2,1; Tito 2,15), (1Tm 5,19-22).
    Mas, se analisarmos a Bíblia mais a fundo, veremos que é impossível negar a sucessão apostólica:
    1) O Pai nos enviou o Seu Filho Jesus, que desenvolveu uma doutrina de autoridade no ensino (Mt 7,29);
    2) Antes de voltar para o Pai, Jesus envia e concede aos apóstolos a mesma autoridade de ensino na Igreja (Jo 20,21), (Mt 10,40);
    3) E uma das promessas que Jesus fez a Pedro (Mt 16,19) e aos Apóstolos unidos a Pedro (Mt 18,18), é que tudo o que eles ligarem na Terra, Ele ligaria no céu. Portanto, o ministério de “ligar e desligar” na Igreja, pertence aos apóstolos;
    4) E, para dar continuidade a reconciliação na Igreja, Jesus também concede ao Colégio Apostólico o ministério de reter e perdoar pecados (Jo 20,23);
    5) Após a Ascensão de Cristo, o Colégio Apostólico passa a ocupar o primeiro lugar na Igreja (1Cor 12,28).
    Reparem que o Ministério que Cristo concedeu aos primeiros Apóstolos, deve ser exercido de forma permanente na Igreja (1Cor 12,28). Ou seja, enquanto existir o Corpo de Cristo (Igreja), é necessário que exista também apóstolos para desempenhar as funções apostólicas da Igreja. Acontece que os primeiros apóstolos já morreram e os protestantes acham que eles não passaram a autoridade apostólica deles pra ninguém. Se assim fosse, nós não poderíamos mais ter aquela Igreja completa do séc.I, com apóstolos ensinando, “ligando e desligando”, perdoando e retendo pecados, etc. Será que essas atribuições apostólicas concedidas por Cristo, só foram necessárias à Igreja do primeiro século? Obviamente, Não! Por isso, Jesus concedeu aos apóstolos, não somente aos primeiros, mas também aos que viriam depois, usufruir do primeiro lugar na hierarquia da Igreja (1Cor 12,28).
    Portanto, não é necessário que haja um versículo em que Pedro ou qualquer outro apóstolo tenha afirmado explicitamente que a sua autoridade apostólica seria passada aos seus sucessores, pois isso é óbvio! A única maneira de se manter outras pessoas exercendo as funções apostólicas na Igreja é através da sucessão apostólica. Por isso, a Bíblia nos mostra apóstolos morrendo e novos apóstolos sendo ordenados. Devido à morte do primeiro apóstolo, Pedro (líder) toma a iniciativa para se eleger outro apóstolo (Atos 1,15-26). E assim por diante. A Bíblia relata ainda a morte de mais um apóstolo (Atos 12,2) e o acréscimo de mais dois apóstolos na Igreja (Atos 14,14).
    É claro que com o aumento de cristãos, a Igreja passou a precisar de um número cada vez maior de apóstolos. Portanto, por mais claro que fique a sucessão apostólica na Bíblia, sabemos que ela sempre vai ser uma “pedra no sapato” dos protestantes, e por motivos óbvios: Eles romperam com a Igreja Apostólica.

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  51. BISPO DE ROMA - Outro ponto em que os protestantes contestam o Papado sem nenhum fundamento lógico, é a questão a respeito do título papal “Bispo de Roma”. Os pastores protestantes dizem que nem ao menos uma vez sequer, as Escrituras ensinam que o Bispo de Roma deveria ter supremacia sobre a Igreja, e que as Escrituras nem ao menos explicitamente registram que Pedro sequer tenha estando em Roma. Mas, ao verificar o motivo pelo qual o “Bispo de Roma” passou a ser um título do Papa, veremos que são cometidos muitos equívocos protestantes:
    A origem do “Bispo de Roma” como superior da Igreja, vem do fato de que em Roma foi sepultado o corpo de Pedro, o primeiro líder da Igreja. Com isso, os apóstolos que sucederam Pedro passaram a serem bispos na cidade onde ele foi sepultado. Convém lembrar que na Igreja Católica, todo bispo é um apóstolo, ou seja, o título papal “Bispo de Roma” é recebido somente pelo apóstolo que ocupa o lugar do líder.
    Portanto, não importa se Pedro foi ou não bispo de Roma, pois os seus sucessores não são necessariamente sucessores do bispo de Roma, mas sim sucessores do líder da Igreja. O que importa é que Pedro foi líder da Igreja e o seu corpo foi sepultado em Roma. Sendo assim, é lógico que não iremos encontrar nenhuma instrução bíblica dizendo que o Bispo de Roma deveria ter supremacia sobre a Igreja, pois as Escrituras, quando foram escritas, não havia narrado Pedro como bispo de Roma, e nem a morte ou o local do seu sepultamento.
    É bom esclarecer coisas desse tipo, pois a tática enganosa dos protestantes consiste em perguntar ao católico, onde está escrito na Bíblia, alguma coisa que não está escrito na Bíblia.
    E também, não podemos usar precipitadamente a Bíblia para provar que Pedro nunca esteve em Roma, já que Jesus disse aos apóstolos: “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16,15). E, como Pedro era o único apóstolo preparado para pregar o evangelho tanto aos judeus (Gl 2,7), como aos gentios (Atos 15,7), é bem provável que ele também tenha ido a Roma para expandir o cristianismo.
    Não há nenhum versículo dizendo que Pedro nunca esteve em Roma, portanto, biblicamente, é mais provável que ele tenha estado lá.

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  52. REPREENSÃO AO PAPA - Os protestantes também costumam usar muito aquela passagem de Gálatas, cap.2, vers.11 para dizer que Pedro era repreensível, e que, portanto, ele não poderia ter sido papa. Este argumento não tem fundamento, pois o Papa só é irrepreensível quando está ensinando algo que foi estabelecido pelo Magistério da Igreja.
    Na ocasião em que Pedro foi repreendido, ele não estava ensinando nenhuma doutrina ao povo, pelo contrário, ele estava querendo ocultar do povo o seu mau comportamento, que era de fingimento, como de pessoa de “duas caras”.
    Paulo repreende a Pedro dizendo: “Nós somos Judeus por natureza e não pecadores dentre os gentios” (Gl 2,15), e mais adiante: “Se nós, que procuramos ser justificados em Cristo, nós mesmos também somos achados pecadores, é porventura Cristo ministro do pecado?” (Gl 2,17). Ou seja, Paulo deixa claro que a dura repreensão a Pedro foi pelo fato dele estar cometendo pecado. E um papa também está sujeito ao pecado.

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  53. CELIBATO SACERDOTAL - É importante frisar também o fato de Pedro ter sido casado, pois os protestantes também usam muito este assunto para negar que Pedro foi papa. Mas, os protestantes ignoram que Pedro já era casado antes de conhecer Jesus, e também, obviamente, antes de se tornar papa. No entanto, Pedro diz ter deixado tudo pelo seu ministério (Mc 10,28). Em resposta a Pedro, Jesus cita uma relação de renúncias que contém até esposa e filhos (Mc 10,29), depois, a esposa é excluída da lista de recompensas (Mc 10,30), dando nisto a entender que Pedro abriu mão até do seu direito de levar consigo uma esposa (1Cor 9,5), e tenha vivido o celibato no exercício do seu ministério.
    Ora, se Pedro deixou tudo para exercer o seu ministério, presumamos que se ele tivesse conhecido Jesus antes de se casar, após se tornar papa, ele não teria mais se casado.
    Assim como São Pedro, também houve na história da Igreja, vários sacerdotes casados, que deixaram esposa e filhos a fim de se tornarem papa. Mas, a maioria dos protestantes ignora que aos bispos e padres não era proibido o matrimônio durante os primeiros dez séculos. Somente no ano de 1215, com o Concílio de Latrão IV, é que foi reiterada a proibição da ordenação de homens casados.
    O celibato sacerdotal não era uma obrigação no início da Igreja, porém, com o aumento de fiéis e a necessidade de uma vida pastoral intensa do sacerdote, a Igreja (Magistério) resolveu estabelecer o celibato aos sacerdotes através do seu ministério de “ligar e desligar”. Ou seja, o celibato não é um Dogma de fé, mas sim um dom pastoral que pode ser discutido pelo Magistério da Igreja. Portanto, dizer que Pedro nunca foi papa por ter sido um homem casado é um argumento que não tem nenhum fundamento sólido.

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  54. A PEDRA - E, finalmente, tem também a velha questão sobre quem seria a “pedra” referida por Jesus em Mateus, cap.16, vers.18. Os protestantes insistem em dizer que essa “pedra” seria o próprio Jesus. Mas, isso não faz sentido! Pois, se a pedra fosse o próprio Jesus, que sentido teria a declaração feita a Pedro?
    Jesus declarou: “Pois também eu te digo que tú és Pedro,...” Repare que Pedro não havia interrogado a Jesus dizendo: E tú, quem dizeis que eu sou? E mesmo assim, Jesus lhe fez uma declaração, como se Pedro lhe tivesse perguntado isso. Quem fez tal pergunta foi somente Jesus (Mt 16,15), e em resposta a ela, Pedro fez uma declaração: “Tú és o Cristo, o Filho de Deus vivo.” Se após essa declaração de Pedro, Jesus apenas respondesse: “Pois, também eu te digo que sobre esta Pedra edificarei a minha Igreja...” Aí sim! A Pedra seria de fato o próprio Jesus. Mas, acontece que a declaração que Pedro fez a Jesus, foi retribuída com outra declaração de Jesus a Pedro, para que ninguém tivesse dúvida de que a “pedra” sobre a qual Ele edificaria a Sua Igreja seria o Apóstolo Pedro; O mesmo Apóstolo e líder que depois recebera do Cristo Ressuscitado, o Ministério papal de apascentar toda Igreja (João 21, 15-17).
    É importante salientar que Jesus também é Pedra, mas Jesus é a Pedra Invisível e Espiritual (1Cor 10,4), eleita e preciosa (1Pd 2,6), infinitamente superior a Pedro, que é apenas a pedra visível da Igreja. Os protestantes costumam fazer uma confusão intencional, não diferenciando a pedra que foi Pedro da Pedra que é Jesus.

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  55. CONCLUSÃO - E, pra finalizar, deixo claro que o Papa não é o dono da Igreja, mas sim um servo dela. Ele está obrigado a ensinar o que a Igreja sempre ensinou. Com isso, a autoridade de um Papa não está acima da Igreja como pensam os protestantes. O Papa é um servo de Deus, que recebeu uma assistência especial de Nosso Senhor Jesus Cristo para atestar, em comunhão com todos os apóstolos, onde está a Verdade. Isso significa que o Papa não pode decretar algo que não está em sintonia nem com a Igreja e nem com a Tradição; Ele não pode contradizer explícita e diretamente aquilo que seus predecessores decretaram. Não tem poderes divinos, é simplesmente um servo com a missão de guardar o depósito da fé. O poder de atestar onde se encontra a verdade foi dado por Jesus Cristo ao Magistério infalível da Igreja (1Tm 3,15) e não a qualquer pessoa, como crê o protestante. O serviço que o Papa desempenha está vinculado a Deus; Ele só pode declarar aquilo que está contido no depósito da fé; e não pode jamais contradizer - sob pena de cair todo o edifício da Igreja - aquilo que os seus predecessores declararam.
    Portanto, é a Igreja de Cristo que está muito acima da autoridade de um Papa. A lente distorcida dos pastores protestantes retrata um Papa irreal e imaginário. Os títulos papais são sempre mal interpretados e usados para distorcer a real imagem de um verdadeiro Papa. E quando se encontra um título que não serve, eles o ignoram.
    Servo dos Servos de Deus (Servus Servorum Dei) é um dos títulos oficiais do Papa e é utilizado desde o século VI. Nemhum pastor protestante jamais teve a coragem de usar esse título para descrever um Papa. E o motivo é óbvio: o Papa é rebaixado e humilhado. Esses astutos pastores sabem que o título “Servo dos servos de Deus” coloca o Papa como o último diante dos homens e o primeiro diante de Deus (Mc 9,35). Por isso, eles sempre esconderam esse título dos evangélicos.
    Quando um católico se ajoelha diante de um Papa, faz-se o maior barulho no meio protestante. Mas, quando um Papa se ajoelha e lava os pés de um fiel, nenhum protestante tem a coragem de abrir a boca. Eu nunca ví um católico beijar os pés de um Papa, mas, já ví um Papa (Francisco) lavar e beijar os pés de um católico (Cartaz da CF 2015). Pois, foi esse o exemplo que Cristo nos deu; Um gesto de humildade e obediência a Cristo, que sempre foi mantido na Igreja dAquele que O ensinou. Também, um gesto mal visto e desprezado por aqueles que abandonaram a Igreja do Senhor, achando que tal gesto significa uma adoração.

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  56. A MEDIAÇÃO - Um dos grandes problemas protestantes é o fingimento. Quando são esclarecidos a respeito da mediação dos santos, eles preferem fingir que não entenderam coisa alguma, e ficam repetindo o versículo de 1Tm 2,5 de forma tola e inútil, como se nenhum católico conhecesse esse versículo. Portanto, eis aqui mais uma vez, um breve esclarecimento católico a respeito da mediação dos santos, simples e de fácil entendimento:

    Só existe um Salvador que é Jesus (Atos 4,12). Mas, a questão é: Jesus também pode usar o Seu Corpo (Igreja) como instrumento de salvação?
    - Persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te SALVARÁS tanto a ti (Timóteo) mesmo como aos que te ouvem (1Tm 4,16);
    - (Paulo) Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a SALVAR alguns (1Cor 9,22);
    - Para ver se de alguma maneira (Paulo) posso incitar à emulação os da minha carne e SALVAR alguns deles (Rm 11,14);
    - Saiba que aquele que fizer converter do erro do seu caminho um pecador, SALVARÁ da morte uma alma (Tg 5,20).
    Se Jesus é o único meio de salvação, como bem disse o pr. Silas, então como é que a salvação de Jesus pode chegar até as pessoas através da Igreja? Não se pode negar a participação da Igreja na salvação de Cristo! Isto ocorre porque a Igreja faz parte do Seu Corpo (Cl 1,18), ela é a continuação do Mistério da Encarnação (Ef 5,30). Portanto, quando a Igreja salva, é o próprio Cristo que está salvando, já que Ele é o Único Salvador.
    É, portanto, neste mesmo sentido que funciona a mediação dos santos:

    Só existe um Mediador entre Deus e o homem que é Jesus (1Tm 2,5). Mas, a questão é: Jesus também pode usar o Seu Corpo (Igreja) como intercessores da Sua mediação?
    - Orem por mim (Paulo) para que me seja dada, no abrir da minha boca, a palavra com confiança (Ef 6,18-19);
    - Orando também, juntamente por nós, para que Deus nos abra a porta da palavra, a fim de falarmos do mistério de Cristo (Cl 4,3);
    - Irmãos, orai por nós. (1Ts 5,25);
    Se Jesus é o único mediador entre Deus e o homem, então por que é que Paulo pediu aos irmãos que intercedessem por ele? Não seria mais conveniente Paulo pedir diretamente a Jesus? E, se Jesus é o único que vive para interceder por nós (Hb 7,25), então por que é que a Bíblia diz que devemos fazer intercessões uns pelos outros? (1Tm 2,1) Não se pode negar a eficácia de intercessão da Igreja! Isto ocorre porque a Igreja faz parte do Corpo de Cristo (Cl 1,18), ela é a continuação do Mistério da Encarnação (Ef 5,30). Portanto, quando a Igreja intercede, é o próprio Cristo que está intercedendo, já que Ele é o Único Mediador entre Deus e o homem.

    Agora, se o protestante tenta se justificar, dizendo que podemos interceder enquanto estamos vivos, mas não depois de morto, ele causará um grande problema para si mesmo, pois no protestantismo se diz que Jesus é o Único Mediador de forma estrita, ou seja, não pode haver mais nenhum outro intercessor, nem vivo e nem morto.

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  57. Mas, a questão essencial agora é a seguinte: Será que Cristo ainda pode usar os seus membros que já morreram como intercessores? Biblicamente falando, pode sim!
    A morte não pode nos separar do Corpo de Cristo (Rm 8,38-39), muito pelo contrário, ela nos une mais profundamente ainda a Cristo (Fl 1,23). Quem está vivo, está ausente do Senhor (2Cor 5,6), mas, os santos que já morreram estão presentes com Ele (2 Cor 5,8). Após a morte, é somente o corpo que dorme, porém, a alma, fica viva e ativa no Céu junto do Senhor.
    Fica viva, porque foi para isto mesmo que Cristo morreu por nós. Para que, quer vigiemos (os vivos), quer durmamos (os mortos), vivamos juntamente com Ele (1Ts 5,10).
    E fica também ativa, pois mesmo após a morte, a alma ainda anda com o propósito de agradar a Deus (2Cor 5,9), fica clamando por justiça (Ap 6,10) e servindo a Deus dia e noite no seu templo (Ap 7,15).
    Portanto, não há nada que impeça Jesus de interceder também através da Igreja que está no Céu. Ainda mais sabendo que todos os santos no Céu também participam da natureza divina: "Pelas quais Ele nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas fiqueis participantes da natureza divina” (2Pd, 1,4).
    Ou seja, se Deus é Onisciente, Onipotente e Onipresente, os santos no Céu também participam da onisciência, onipotência e onipresença de Deus. É por isso que Maria e todos os santos também podem escutar vários pedidos ao mesmo tempo, pois escutam através dAquele que é o Único Mediador entre Deus e o homem.
    Portanto, há uma profunda ligação entre Cristo e os santos. Um faz parte do outro, assim como videira e ramos constituem uma única realidade (Jo 15,5). Jesus concedeu aos santos que participassem de Sua própria Glória, para que os santos e Ele sejam um só (Jo 17,22).
    Os protestantes não aceitam que os santos estejam no Céu participando da Glória de Deus. Só de falar em santos, eles já começam a se irritar e dizem que o tratamento dado aos santos é um roubo da Glória de Deus. Mas, o fato é que os santos estão sim no Céu, e a prova disso é que na Segunda Vinda, Jesus virá em companhia de todos eles (1Ts 3,13).
    Os protestantes distorcem a prática católica, dizendo que as orações são comunicações com os mortos, como num contexto de magia, bruxaria, necromancia e ocultismo – atividades que a Bíblia fortemente condena (Lv 20,27; Dt 18,10-13). Só que na prática católica, não existe nenhuma comunicação com aqueles que já morreram, pois na verdade, os santos apenas ouvem as orações e intercedem, mas quem responde é somente Jesus, quem realiza o milagre é somente Jesus. Para que houvesse uma comunicação seria preciso uma resposta direta dos santos, o que não ocorre.
    Não há nenhum versículo bíblico dizendo que os santos no Céu estão sendo usados por Cristo como intercessores, mas, não se pode dizer que é impossível que Ele faça isso. Alguém pode dizer que é impossível Jesus interceder através de um membro Seu que está vivo, consciente e ativo no Céu? E também, não há a necessidade de um versículo bíblico que comprove a intercessão de Cristo através dos santos, pois a Igreja sempre nos ensinou isso! E, para os cristãos, é segurança dizer que a Igreja não pode errar! (1Tm 3,15).
    Portanto, não adianta o protestante querer viver a vida inteira se fazendo de desentendido, dizendo que os católicos pedem a Maria e aos santos e deixam Jesus de lado. Pedro, Paulo, Maria, João, etc. morreram no instante em que aceitaram a Jesus. Eles não vivem mais em si, mas é Cristo quem vive neles (Gl 2,20). Cristo é tudo em todos! (Cl 3,11) Os santos no Céu não fazem absolutamente NADA se não for através de Cristo.
    Os protestantes que dizem que os católicos rejeitam a Única Mediação de Cristo e utilizam outras “mediações alternativas” são simplesmente pessoas fingidas que se fazem de desentendidos somente para enganar aqueles que são meninos no entendimento.

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  58. A MÃE DE DEUS - O pr. Silas usou a passagem de Mateus 12,46-50 de forma totalmente equivocada.
    Quando alguém perguntou a Jesus: “Tua mãe está lá fora querendo falar-te”, percebemos que esse alguém se referiu à mãe biológica de Jesus. No entanto, quando Jesus respondeu: “Eis aqui minha mãe e meus irmãos”, Ele não estava querendo negar que Maria era Sua mãe, pois a Bíblia deixa claro em vários versículos que Maria é certamente a Sua mãe (Mt 1,18), (Mt 2,11), (Mt 13,55), (Mc 6,3), (Lc 1,43), (Lc 2,34), (Jo 19,25), (Atos 1,14).
    Portanto, Maria é a única mulher da Criação que deu à luz a uma pessoa que é Deus e homem ao mesmo tempo. Para os protestantes, isso é apenas um detalhe, mas, segundo as Escrituras, o papel exercido por Maria a faz participar da glória de Deus mais do qualquer outra criatura:
    Jesus exaltou o nome de João Batista: “Entre os que de mulher tem nascido, não apareceu alguém maior do que João Batista” (Mt 11,11) No entanto, João Batista reconheceu a sua pequenez diante do nome de Jesus: “É necessário que Ele cresça e que eu diminua” (Jo 3,30).
    Jesus não exaltou o nome de Maria, mas deixou que ela mesma o fizesse: “Todas as gerações me chamarão BEM-AVENTURADA” (Lc 1,48). Para os protestantes, isso é apenas um detalhe, mas, segundo as Escrituras é uma profecia que coloca o nome de Maria acima do nome daquele que foi o maior entre os nascidos de mulher. Portanto, abaixo de Cristo, o nome de Maria deve ser exaltado acima de todos os homens e mulheres, e por todas as gerações.
    Os protestantes confundem a exaltação devida ao nome de Maria com uma adoração: Eles dizem que não há qualquer instrução na Bíblia para que reverenciemos aqueles que já foram para o Céu. Mas, esqueceram que Maria disse: “TODAS AS GERAÇÕES!”
    Eles dizem que direcionar as nossas orações a qualquer um que não seja Deus é roubar de Deus a glória que é somente Sua. Mas, esqueceram que a mesma Glória que Deus deu a Seu Filho, foi dada também aos santos (Jo 17,22). Portanto, os santos não roubam a Glória de Deus, mas apenas a reflete como um espelho (2Cor 3,18).
    A posição protestante de destituir os santos da glória de Deus é uma posição antibíblica e é usada somente para se opôr à Fé Católica. É por isso que os protestantes dizem que qualquer ato católico (rezar passando os dedos nas contas do rosário, acender velas perante uma imagem, etc,) é uma idolatria. Eles ficam profundamente irritados com a Glória que foi dada aos santos (2Tes 2,14).
    O fato é que Jesus deu a Sua Glória aos santos porque os santos também são membros do Seu Corpo. E não é em sentido simbólico, mas sim em sentido real e concreto (Ef 5,30). E se os santos participam da Glória de Deus por serem membros de Cristo, o que dizer então de Maria que foi aquela que gerou em seu ventre o Salvador? É por isso que ela tem o direito de ter o seu nome exaltado, honrado e glorificado até o fim do mundo (Lc 1,48). E isto não é uma idolatria e nem roubo da Glória de Deus, pois foi o próprio Deus que fez a ela grandes coisas (Lc 1,49), e a tornou mãe de Deus (Seu Filho).

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  59. Examinemos este trecho da Bíblia: “E o Verbo se fez Carne e habitou entre nós” (Jo 1,14).
    Se fizermos a seguinte pergunta: Maria é a mãe do Verbo encarnado ou somente a mãe da Carne? Certamente, qualquer protestante responderia que Maria é a mãe somente da Carne. Mas, e se perguntarmos: O que é a Carne? Obviamente, a Carne é o Verbo materializado. Ou seja, a Carne é o próprio Verbo. Portanto, sem contradição alguma, Maria é a mãe do Verbo (Deus), pois o Verbo se fez Carne.
    Acreditar que Maria é a mãe somente da Carne é o mesmo que negar o Verbo encarnado e contradizer a promessa de que Deus veio em carne e habitou entre nós.
    Negar que Maria é a mãe de Deus, é o mesmo que negar que Jesus (Deus) veio em carne, e este é o espírito do anticristo (1Jo 4,3).
    No entanto, a colocação de Maria como a Mãe de Deus sempre nos levará a situações paradoxais por causa da revelação da Santíssima Trindade. Paradoxo é uma afirmação que aparentemente se contradiz, mas está em perfeita sintonia com a verdade revelada. Exemplos de paradoxos com relação à Maria:
    -Maria é a mãe de Deus e também filha. (Maria é a mãe de Deus Filho, e também, filha de Deus Pai);
    - Maria é filha do seu Filho. (Maria é filha de Deus: Pai e Filho e Espírito Santo);
    -Jesus é também Pai de Maria sua mãe. (Jesus, sendo um com o Pai, também é Pai de Maria, sua mãe).
    Lembrando que quem ignora esses paradoxos em ralação a Maria, está negando o Deus Uno e Trino.
    Não existe uma explicação lógica para a Santíssima Trindade, assim como também não existe uma explicação lógica para maternidade divina de Maria. Mas tanto um como o outro devem ser acreditados, pois fazem parte da Revelação bíblica.

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  60. ATENÇÃO: E, por não ter uma explicação lógica, fica fácil para os protestantes armarem ciladas intelectuais para tentar negar a maternidade divina de Maria. Por exemplo, eles fazem a seguinte pergunta: Deus morreu na cruz? Esperando um não como resposta, eles concluem dizendo que quem morreu na cruz foi o Jesus homem e não o Jesus Deus, e que portanto, Maria seria a mãe apenas do Jesus homem. (Com isso, para os protestantes Jesus é duas pessoas, uma humana e outra divina, e isso acaba anulando o Dogma da Santíssima Trindade).
    Mas, esse argumento protestante cai por terra quando entendemos que morte e maternidade são realidades diferentes. A morte é a separação do corpo e da alma. Deus não morre, porém o corpo e alma de Jesus se separaram quando Ele morreu, mas, tanto o corpo como a alma, continuara divino.
    Maria é mãe de Jesus. Jesus não é duas pessoas. Ele é o Homem-Deus, e não "parte Deus e parte homem", tanto seu corpo como sua alma é divino. Dizer que Maria é mãe apenas da humanidade de Jesus é negar a união total entre a divindade e humanidade de Jesus. Ou ela é mãe d'Ele ou não é. Se a Bíblia diz que ela é a mãe do Senhor, então ela é a mãe do Homem-Deus. Evidentemente a maternidade de Maria não é da mesma forma que a paternidade de Deus Pai, pois a paternidade do Pai se refere à consubstancialidade da natureza divina do Filho em relação ao Pai. A maternidade de Maria se deve à geração de Jesus em seu seio pelo Espírito Santo, dando a ela o privilégio de ser a mãe do Homem-Deus.

    Vale lembrar que essa heresia protestante não é de hoje:
    Nestorianismo (Séc. V) - Essa heresia foi iniciada por Nestorius, bispo de Constantinopla que negava a Maria o título de Theotokos (mãe de Deus).
    Nestorius alegava que Maria deu origem apenas à pessoa humana de Cristo em seu útero e chegou a propor como alternativa o título Christotokos (Mãe de Cristo). A Igreja imediatamente reconheceu que a teoria de Nestorius dividia Cristo em duas pessoas distintas (uma humana e outra divina, unidos por uma espécie de “elo perdido”), sendo que apenas uma estava no útero de Maria. E no ano 431 com o Concílio de Éfeso, a Igreja definiu que Maria realmente é a Mãe de Deus, não no sentido de que ela seja anterior a Deus, ou seja, a fonte de Deus, mas no sentido de que a Pessoa que ela carregou em seu útero era de fato o Deus Encarnado.
    Os protestantes de hoje insistem em dizer que Nestorius estava certo e que a Igreja havia errado. Mas, não há nenhum versículo bíblico citando Nestorius como a coluna e firmeza da Verdade. Portanto, cada vez que um protestante diz que a Igreja errou, ele está pisando e cuspindo na própria Bíblia (1Tm 3,15).
    A heresia que nega Maria como a mãe de Deus, é, no protestantismo, apenas uma maneira a mais de menosprezar a Encarnação do Verbo. Isto ocorre porque a base gnóstica do protestantismo (e também, de certa maneira, do nestorianismo) recusa-se a admitir que Nosso Senhor tenha realmente assumido a nossa natureza com mãe e tudo.

    “LOUVADO SEJA O NOSSO ÚNICO SENHOR DEUS E SALVADOR JESUS CRISTO E BEM-AVENTURADA SEJA SUA MÃE MARIA SANTÍSSIMA, ENTRE TODAS AS GERAÇÕES, PELOS SÉCULOS SEM FIM.”(Lucas 1,48)
    AMÉM! ALELUIA!

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  61. Muitas vezes, os pastores protestantes ficam satisfeitos simplesmente em dizer que alguma coisa, que verdadeiramente pertence à Igreja Católica, não é da Igreja Católica. Eles sabem que não pertence às igrejas protestantes, mas, se também não for da Igreja Católica, pra eles tudo bem!
    Se pergumtarmos: De quem é a Bíblia? Os protestantes irão dizer que não é dos protestantes e nem dos Católicos. Já os católicos dizem que pertence à Igreja Católica!
    Se perguntarmos: Qual é a Igreja Verdadeira? Os protestantes irão dizer que não são as igrejas protestantes e nem a Católica. Já os católicos dizem que é a Igreja Católica.
    Sem contradição alguma, a Bíblia pertence à Igreja Verdadeira, e a Igreja Verdadeira é aquela que existe há mais tempo. E, sendo a Igreja Católica a mais antiga do mundo, é claro que ela sempre irá reivindicar pelo que é seu, todavia, as igrejas protestantes, desprovidas de qualquer argumento que lhes dêem razão quanto a isso, ficam satisfeitas apenas em negar os direitos da Igreja Católica. É como no caso das duas mães (1Reis 3,16-28). Assim como a mãe verdadeira, a Igreja Católica luta pelo que é seu por direito, porém, as falsas igrejas se comportam como aquela falsa mãe: “Nem meu, nem teu.”(1Reis 3,26). E, foi nesse falso sentimento de “Complexo da falsa mãe” que o pr. Silas Malafaia disse que nem a Igreja Católica, nem as igrejas evangélicas têm o monopólio da salvação.

    É importante salientar que a Igreja é uma instituição fundada e participada por Deus e que sempre teve uma parte visível e peregrina aqui na terra. Portanto, a Igreja é uma instituição necessária para a salvação, já que, quando nós, católicos, falamos de Igreja, estamos falando da Igreja total: Jesus (o Cabeça) e seu Corpo (os fiéis).
    Quando falamos que somente Jesus faz milagres, convém lembrar que é o Cristo total: Cabeça (Jesus) e Corpo (santos), já que os membros de Cristo também são usados como mediadores de milagres (Atos 5,15), (Atos 19,12);
    Quando falamos que somente Jesus salva, convém lembrar que é o Cristo total: Cabeça (Jesus) e Corpo (santos), já que os membros de Cristo (Igreja), são claramente usados, por Ele mesmo, como instrumentos de salvação (Tiago 5,20), (1Tm 4,16), (1Cor 9,22), (Rm 11,14).
    Ora, se Jesus funda uma Igreja visível aqui na terra, da qual Ele mesmo é a Cabeça, e que faz uso do seu Corpo para salvar, então é óbvio que a Igreja que Ele fundou tem sim o monopólio da salvação. E não é necessário dizer aqui que as igrejas evangélicas não se identificam com a Igreja de Cristo, já que seus próprios pastores são os primeiros a dizer que as igrejas evangélicas não tem fundação Divina, pois foram fundadas por homens, e por isso, elas estão destituídas de uma eficiência salvadora, pois como dizem os evangélicos: “Igreja não salva ninguém.” Isto é algo totalmente contrário à Palavra, já que a Bíblia descreve Jesus e sua Igreja de uma forma inseparável (Ef 5,29-30).
    Portanto, através da Bíblia podemos perfeitamente entender que a Igreja é uma continuação do mistério da encarnação de Cristo, que permite a real permanência em Si mesmo, daquele que de sua Carne (Eucaristia) se alimenta (João 6,56).

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  62. Quando São Paulo se converteu em Atos dos apóstolos, Jesus disse: “Saulo, Saulo, por que me persegues? (Atos 9,4) Quem é que Saulo estava perseguindo? Estava perseguindo os cristãos! Então, alí nós vemos que Cristo (Cabeça) e a Igreja (membros) se identificam. Quem atinge o corpo, atinge também a cabeça. Foi entendendo isto, que São Paulo, em 1Coríntios, usou aquela belíssima comparação de que nós somos na verdade, membros do Corpo de Cristo.
    Sendo assim, a pessoa que se torna membro de Cristo através da sua Igreja, não vive mais, mas é Cristo quem vive nela (Gálatas 2,20). Tendo ciência disso, Paulo se dava a sí mesmo como exemplo de Cristo (1Cor 11,1). Portanto, essa mentalidade protestante de dizer que a Igreja não tem eficiência salvadora acaba desprezando o próprio Jesus Cristo, pois, se o “crente” evangélico ainda não percebeu, Jesus Cristo é a principal parte da Igreja (Cl 1,18); Ele é a Cabeça de onde procede as ordens e os movimentos para todos os membros (Ef 1,22-23), por isso, a Igreja está sempre sujeita a Ele (Ef 5,24).
    Deste modo, a salvação é efetuada unicamente por Cristo sim, mas, é através da sua Igreja. Esta é a verdadeira lógica do projeto salvífico de Deus: O Pai enviou seu Filho ao mundo para que o mundo fosse salvo por Ele; E antes de voltar para o Pai, o Filho nos enviou a sua Igreja para dar continuidade ao mesmo projeto de Salvação. Se não for assim, então pra quê serve a Igreja?

    A Igreja Católica é o Corpo de Cristo que continua vivo ao longo dos séculos (Efésios 5,30). A declaração do Documento “Dominus Iesus” diz assim no número 20: “Antes de mais, deve-se crer firmemente que a Igreja peregrina na terra é necessária para a salvação.” Só Cristo é Mediador e caminho de Salvação. “Ora, Ele torna-Se-nos presente no seu Corpo que é a Igreja.”
    O Catecismo católico mostra plena fidelidade à Bíblia quando diz:
    §795 Nosso Redentor mostrou-se como uma só pessoa com a santa Igreja, que ele assumiu. (pág.229);
    §795 Cabeça e membros são como uma só pessoa mística. (pág.229).

    Só Jesus Cristo salva. Ora, se eu vou ser salvo, então eu preciso me relacionar com Cristo, me incorporar à “Videira” (Jo 15,4-6), fazer parte do seu Corpo que é a Igreja. A Santa Sé diz em documento que: “Entre as coisas que a Igreja sempre pregou e nunca deixará de pregar, está também, a afirmação infalível que nos ensina que: Fora da Igreja não há salvação” (Extra Ecclesiam nulla salus). Ou seja, é uma Verdade de Fé (Dogma).

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  63. Mas, prestem bastante ATENÇÃO: Este Dogma, porém, deve ser interpretado e entendido no sentido em que a Igreja Católica o entende e não como na cabeça de certos pastores protestantes, que possuídos de pura desonestidade, não esclarecem aos evangélicos honestos o que este Dogma realmente quer dizer:
    A Igreja Católica entende que a afirmação: “Fora da Igreja não há salvação” equivale ao mesmo que dizer: “Fora de Cristo não há salvação”. Ora, se para ser salvo é preciso estar incorporado ao Corpo de Cristo, que é a Igreja: “E todos os dias acrescentava o Senhor à Igreja aqueles que se haviam da salvar” (Atos 2,47), então, por isso, fora da igreja não há salvação!
    Cristo realiza a salvação mediante seu Corpo (Igreja), a via da salvação é essencialmente ligada à Igreja. Isto significa que para aqueles que sabem que a Igreja foi fundada por Deus por intermédio de Jesus Cristo, existe a obrigação de entrar e de perseverar nela para obter a salvação (cf. Lumen Gentium 14). E isto está totalmente de acordo com a Palavra (Atos cap.2, vers.42 e 47).
    Porém, este documento não quer dizer necessariamente, que todos aqueles que estão fora da Igreja Católica estão perdidos, muitos indoutos pensam assim, mas não é isso que o documento quer dizer.
    A universalidade da salvação de Cristo não significa que ela se destina apenas àqueles que, de maneira explícita, creem em Cristo e entraram na Igreja Católica. Como sabemos, hoje como no passado, muitos homens não têm a possibilidade de conhecer ou aceitar a revelação do Evangelho, e de entrar na Igreja Católica, vivem em condições sócio-culturais que não o permitem, e frequentemente foram educados noutras tradições religiosas. Para estes, a salvação de Cristo torna-se acessível em virtude de uma graça que, embora dotada de uma misteriosa relação com a Igreja Católica, todavia não os introduz formalmente nela. Ou seja, a salvação lhes é acessível por meio de uma via misteriosa enquanto a graça divina vem em virtude do sacrifício redentor de Cristo, sem adesão externa à Igreja Católica, mas sempre, todavia, em relação com ela (cf. Redemptoris Missio, 10).
    Sendo assim, as pessoas que praticaram o bem, observando com zelo os ditames de sua consciência, podem alcançar a vida eterna através de Cristo e de sua Igreja de uma forma que só Deus conhece. É o caso da “ignorância invencível”, ou seja, a pessoa não tinha como saber de Cristo e nem da sua Igreja, praticou o bem, mas não fez parte do Corpo de Cristo, quando isso acontece, ela não é culpada deste fato ante os olhos de Deus. Então, ninguém será condenado, se o problema era de ignorância invencível. Mas, uma vez que a pessoa está bem instruída acerca da verdade, aí ela está obrigada a aceitar a verdade.
    Portanto, se o crente, através de uma plena leitura bíblica, fica sabendo que;
    - Jesus Cristo fundou mesmo uma Igreja (Mt 16,18);
    - Que sempre esteve visível e peregrina na terra (Mt 18,17);
    - Que é proclamadora infalível da Verdade (1Tm 3,15);
    - Que é utilizada pelo próprio Cristo para a salvação (Tiago 5,20), (1Tm 4,16), (1Cor 9,22), (Rm 11,14);
    - Que é uma continuação da encarnação do Seu próprio Corpo (Ef 5,30), que sempre esteve vivo nela ao longo dos séculos (Gl 2,20);
    Se mesmo assim, o “crente” ainda insistir em rejeitar essa Igreja, aí sim, ele corre o risco de perder a salvação, pois apesar dele está rejeitando ao próprio Cristo, ele já não crê mais nem mesmo na própria Bíblia.
    Deste modo, o “crente” já não pode mais ser absolvido por Deus através do critério da ignorância invencível, pois ele teve conhecimento da Verdade e mesmo assim a rejeitou. Assim, caracteriza-se, portanto, a perdição dos indoutos que se atrevem a interpretar a Bíblia fora da Igreja de Cristo e de uma forma totalmente equivocada. (2Pd 3,16)

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  64. O conceito protestante de aceitação a Cristo e de obediência à Palavra de Deus é sempre um conceito superficial e sem nenhuma profundidade bíblica. Se analisarmos mais profundamente a Bíblia, veremos que a pessoa que aceita Cristo, passa primeiramente, por uma experiência comunitária sendo acrescentada à Igreja pelo Senhor (Atos 2,47);
    Agora, uma vez dentro da Igreja, e já fazendo parte do Corpo de Cristo, a pessoa deve prestar inteira obediência à Palavra de Deus. Mas, o que é realmente a Palavra de Deus? Se formos analisar, veremos que a Palavra de Deus é uma pessoa e não apenas um livro (Ap 19,13). Ou seja, a Palavra de Deus se chama JESUS CRISTO e vai muito além de um livro, pois nem todos os livros do mundo poderiam dar conta dela (Jo 21,25). Por este motivo, Jesus Cristo, mesmo sabendo ler e escrever, não nos deixou nenhum livro escrito, mas, Ele mesmo, fundou e enviou uma Igreja àqueles que desejassem obedecer à Sua Palavra (Mt 16,18; Jo 20,21). E disse que quem rejeitar a Igreja, estaria rejeitando a Ele próprio e a Deus (Lc 10,16).
    Por isso, para obedecermos verdadeiramente a Palavra de Deus, devemos obedecer primeiramente, a Igreja (Mt 18,17), pois ao lado de Cristo, somente a Igreja é citada como caminho da Verdade (Jo 14,6; 1Tm 3,15). Percebe-se que a Bíblia coloca Jesus e a Sua Igreja, de uma forma inseparável, como caminho de Verdade. Deste modo é extremamente importante que o crente compreenda que a Palavra de Deus é composta tanto pela Bíblia, como pela Igreja. Portanto, aquele que diz que acredita na Bíblia, mas não crê na Igreja está sendo hereje, pois a própria Bíblia coloca a Igreja, tanto como sujeito de fé (Atos 5,14) como também, objeto de fé (1Tm 3,15). Ou seja, a Igreja precisa crer, mas também precisa ser acreditável.
    Sendo assim, a obediência à Palavra de Deus passa obrigatoriamente pela obediência aos pastores da Igreja (Hb 13,17), e dentre os pastores da Igreja, os apóstolos é que estão em primeiro lugar (1Cor 12,28). Portanto, cabe ao Magistério da Igreja, a responsabilidade de estabelecer ordens, via decreto, para que sejam cumpridas por todos aqueles que realmente desejam obedecer a Palavra de Deus (Atos 16,4). E o crente por sua vez, tem o dever e a obrigação de perseverar na doutrina magisterial da Igreja (Atos 2,42).
    Como se pode vêr, aceitar de fato a Cristo é uma experiência eclesiástica e comunitária (católica) e jamais deve ser compreendida como uma experiência particular e individual (protestante).

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  65. ATENÇÃO: Mas, os protestantes usam muitos versículos de forma equivocada para querer justificar o livre e individual exame das Escrituras.
    Por exemplo, em Atos cap.17, vers.11 é relatado um grupo de judeus, recém convertidos de Beréia, que, acompanhados pela Igreja, examinavam o Antigo Testamento para terem certeza da autenticidade da conversão ao cristianismo. Essa passagem jamais daria respaldo para que um cristão examine o Novo e o Antigo Testamento de forma individual e sem o acompanhamento da igreja. Não podemos pegar um trecho bíblico em que diz que um grupo de judeus examinou o Antigo Testamento em uma sinagoga, para justificar que um cristão também tem a liberdade de examinar o Novo e o Antigo Testamento, sozinho e fora da Igreja.
    Os protestantes também usam muito a passagem de Mateus, cap.18, vers.20 para descartar a importância da Igreja, dizendo que onde estiverem dois ou três reunidos em nome de Jesus, ali estaria Ele no meio deles. Devemos compreender que Jesus disse isso no sentido de que Ele estaria no meio de dois ou três, desde que estes dois ou três façam parte da mesma Fé e da mesma Igreja que Ele fundou. Se não for assim, não tem sentido algum! Vejamos por quê:
    - Imagine dois ou três católicos, reunidos em nome de Jesus, pedindo pela volta dos irmãos protestantes que abandonaram a Fé;
    - Imagine dois ou três evangélicos, reunidos em nome de Jesus, pedindo pela conversão dos católicos;
    - Imagine duas ou três Testemunhas de Jeová, reunidos em nome de Jesus, pedindo pela conversão de católicos e evangélicos, para que eles saiam das "igrejas prostitutas";
    - Imagine dois ou três pastores gays da igreja Evangélica Contemporânea, reunidos em nome de Jesus, pedindo pelo reconhecimento da união matrimonial entre pessoas do mesmo sexo.
    Será que Jesus estaria no meio de todos eles ao mesmo tempo, só por causa da passagem de Mt 18,20?
    Isso foi apenas um exemplo de como a Bíblia pode se tornar um livro perigoso quando lida na liberdade do exame protestante.
    Portanto, toda e qualquer passagem bíblica que recomenda aos cristãos, o uso das Escrituras como fonte da Palavra de Deus, deve ser entendido como um uso comunitário, eclesial e sob o Magistério da Igreja.
    O livre e individual exame das Escrituras é uma prática totalmente contrária à Bíblia! É por isso que há inúmeras contradições entre as diversas denominações protestantes.
    E para comprovar, basta ler o início desse comentário em que o pr. Silas Malafaia diz que a salvação consiste no arrependimento dos pecados. Depois, acesse o site GotQuestions.org e veja outros pastores dizerem que a salvação não consiste no arrependimento dos pecados:

    “Salvação não é uma questão dos crentes tentando confessar e se arrepender de todos os pecados que cometem antes de morrerem. Salvação não é baseada em se o Cristão confessou e se arrependeu de todos os seus pecados.” http://www.gotquestions.org/Portugues/pedir-perdao.html#ixzz3RBc2MPzx

    A Bíblia não é um livro sem dono que caiu do céu, como pensam os evangélicos, não é um livro fácil de entender, que se explica por si mesmo (2Pd 3,16). Ela não pode ser lida e interpretada individualmente (2Pd 1,20). E por incrível que pareça, é a própria Bíblia que diz isso! Se o crente diz que a Bíblia é tudo, é porque ele ainda não leu toda a Bíblia! É como já vem sendo dito há muito tempo pelos santos católicos:
    “Se você crê somente naquilo que gosta no evangelho e rejeita o que não gosta, não é no Evangelho que você crê, mas sim, em si mesmo.” (Santo Agostinho).
    Quem segue Jesus Cristo somente através da Bíblia, acaba seguindo a sí próprio!

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