Charles Spurgeon Salmos 33 [esboços e sermões]

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TÍTULO
Este cântico de louvor não apresenta título nem indicação de autoria; para nos ensinar, diz Dickson, "a olhar para a Escritura Sagrada como sendo totalmente inspirada por Deus, e não para avaliarmos pelos seus autores".

ASSUNTO  E       DIVISÃO
O louvor de Jeová é o assunto deste canto sagrado. Os justos são exortados a louvarem-no, Sl 33.1-3; por causa da excelência de seu caráter, Sl 33.4-5; e sua majestade na criação, Sl 33.6-7. Ordena-se aos homens temer Jeová porque os propósitos dele são realizados na providência, Sl 33.8-11. Proclama-se que seu
povo é abençoado, Sl 33.12. A onisciência e onipotência de Deus, e o cuidado de seu povo são celebrados, em oposição à fragilidade de um braço de carne, Sl 33.13-19, e o salmo termina com uma fervente expressão de confiança, Sl 33.20-21, e uma oração sincera, Sl 33.22.

DICAS PARA O PREGADOR
Salmo inteiro. Este salmo é eucarístico: seu conteúdo é:
1. Uma exortação para que se louve a Deus, Sl 33.1-3.
2. Os argumentos para reforçar o dever, Sl 33.4-19.
3. A confiança do povo de Deus em seu nome, sua felicidade, e petição, Sl 33.20-22 (Adam Clarke).

VERS. 1. Regozijo - a alma do louvor; o Senhor - a fonte da alegria. Caráter - indispensável para o verdadeiro prazer.
VERS. 1 (última cláusula). O louvor é conveniente. Qual? O louvor oral, meditativo, habitual. Por quê? É tão conveniente quanto as asas são para um anjo, e nós subimos com louvor; como flores para uma árvore, é nosso fruto; como beca para um sacerdote, é nosso distintivo; como cabelo longo para uma mulher, é nossa beleza; como coroa para um rei, é nossa maior honra. Quando? Sempre, mas principalmente em meio à blasfêmia, perseguição, doença, pobreza, morte. Quem? Não aos ímpios, hipócritas ou irrefletidos. Viver sem louvor é como viver sem o adorno que mais nos fica bem.

VERS. 2. Música instrumental. É legítima? É oportuna? Se é, seus usos, limites e leis. Um sermão para melhorar a música da congregação.

VERS. 3 (primeira cláusula). O dever de manter o frescor de nossas devoções. Frescor, habilidade e entusiasmo, para serem combinados em nossos salmos e hinos de toda a congregação.

VERS. 4. A palavra e obras de Deus, sua conveniência e acordo, e nossa visão de ambas.
VERS. 4 (primeira cláusula). A palavra doutrinária, preceitual, histórica, profética, promissora e experimental, sempre certa, isto é, livre de erro ou mal.
VERS. 4 (segunda cláusula). A obra de Deus na criação, providência e graça, sempre em conformidade com a verdade. Seu ódio de tudo que é simulado.
VERS. 4-5. Um argumento quádruplo em favor do louvor, da verdade, fidelidade, justiça e bondade de Deus:
1. Pois a palavra do Senhor é verdadeira.
2. Ele é fiel em todas as suas obras.
3. Ele ama a justiça e a retidão.
4. A terra está cheia da bondade do Senhor (Adam Clarke).

VERS. 5. Justiça e bondade são igualmente visíveis na ação divina.
VERS. 5 (última cláusula). Um tema sem par para um olho observador e uma língua eloqüente.

VERS. 6. O poder da Palavra e do Espírito na velha e na nova criação.

VERS. 7. O controle de Deus das influências destrutivas e reconstrutivas.
VERS. 7. Os armazéns do Grande Fazendeiro.

VERS. 8. Motivos para culto universal, seus obstáculos, seus prospectos futuros, nossa obrigação em relação a ele.
VERS. 8. (última cláusula). Reverência e admiração - a alma de culto.

VERS. 9. A palavra irresistível de Jeová na criação, no chamar seu povo, em seu consolo e livramento, na entrada deles na glória.

VERS. 10. Pagãos educados e filosóficos estão ao alcance de missões.
VERS. 10-11. Os conselhos opostos.

VERS. 11. A eternidade, imutabilidade, eficiência e sabedoria dos decretos divinos. Os propósitos de Deus, "os pensamentos de seu coração", sua sabedoria e, mais ainda, seu amor.

VERS. 12. Duas eleições feitas por um povo abençoado e um Deus gracioso, e seu resultado feliz. A felicidade da igreja de Deus. O deleite de Deus em seu povo, e o deleite deste povo em Deus.

VERS. 13. A onisciência e suas lições.
VERS. 13-15. A doutrina da providência.

VERS. 15. O conhecimento que Deus tem do coração dos homens, e sua avaliação de suas ações. A natureza humana é sempre semelhante.

VERS. 16-18. A falácia da confiança humana, e a segurança da fé em Deus.

VERS. 18. Esperar na misericórdia de Deus - formas falsa e verdadeira distinguidas.
VERS. 18.
1. Os olhos do conhecimento de Deus estão sobre eles.
2. Os olhos de seu afeto estão sobre eles.
3. Os olhos de sua providência estão sobre eles (William Jay).

VERS. 19. A vida em tempos de fome, natural e espiritual, especialmente uma fome de esperança e satisfação legal.

VERS. 20. Esperar no Senhor inclui:
1. Convicção - estar persuadido de que o Senhor é o supremo bem.
2. Desejo - é expressa pela fome e sede de justiça.
3. Esperança.
4. Paciência - Deus nunca falha quanto à sua promessa (William Jay).
VERS. 20 (primeira cláusula). A posição do crente a cada hora.

VERS. 21. Alegria, o derramamento da fé.

VERS. 22. Uma oração para crentes somente.
VERS. 22. Medida por medida, ou misericórdia proporcional à fé.

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